IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

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2017 Ano da Paternidade

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Band teria colocado “panos quentes” no bate-boca entre Malafaia e Boechat, dizem jornalistas

Band teria colocado “panos quentes” no bate-boca entre Malafaia e Boechat, dizem jornalistas
O bate-boca público e escrachado entre o pastor Silas Malafaia e o jornalista Ricardo Boechat vem repercutindo nos corredores do Grupo Bandeirantes.
A discussão começou quando, na rádio BandNews FM, Boechat fez uma crítica às igrejas neopentecostais, que segundo ele, estariam incentivando o extremismo por parte dos fiéis, e a agressão à menina candomblecista no Rio de Janeiro seria uma prova disso. Malafaia, que o ouvia, repudiou a postura do jornalista chamando-o de falastrão.
A repercussão dos tweets de Malafaia foi instantânea, e Boechat, sem paciência, sugeriu com um termo chulo que o pastor fosse se ocupar.
O líder evangélico, como de costume, publicou um vídeo irado, dizendo que processaria o jornalista. No Twitter, afirmou que ligaria para Johnny Saad, o dono da Band, para conversar sobre o assunto.
O que se viu, desde então, foi a turma do “deixa disso” atuar para pacificar a situação: “Silas Malafaia e a direção da Band conversaram após o jornalista do grupo Ricardo Boechat ter falado para o pastor ‘ir procurar uma rola’ em um comentário na rádio BandNews FM. O telefonema foi para colocar panos quentes no ocorrido, já que Malafaia aluga espaços na TV Band”, escreveu a jornalista Lígia Mesquita em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo.
Por outro lado, o jornalista Flávio Ricco, do portal Uol, afirmou que “dizer que dentro da Bandeirantes a discussão com o pastor ficou por isso, também não é totalmente verdadeira”, mas confirmou que o pastor conversou com a direção da emissora sobre o caso: “Teve um telefonema do Malafaia para o Johnny Saad, que prometeu ter uma conversa com o seu contratado. Se teve ou não teve, só os dois sabem, mas que o Malafaia passou a dever mais um favor, isso ninguém tem dúvida”, acrescentou.
Na última segunda-feira, 22 de junho, Malafaia alfinetou Boechat em uma publicação em seu Twitter: “Boechat ‘baixou a bola’, está sendo mais coerente com a responsabilidade que ele tem.  Jamais pode ser parcial e fazer acusações levianas!”.
Nas redes sociais, o bate-boca também repercutiu de forma estrondosa, porém com o jornalista tendo mais audiência do que o pastor: “Até agora pelo menos, Boechat está ganhando de goleada. Alcançou até agora cerca de 4,3 milhões de visualizações no YouTube com sua fala. Malafaia conseguiu atrair 1,3 milhão de visualizações com sua resposta”, informou Lauro Jardim, da revista Veja.

Atirador que matou nove fiéis em igreja diz que “quase desistiu” do crime pois havia sido bem recebido

Atirador que matou nove fiéis em igreja diz que “quase desistiu” do crime pois havia sido bem recebido
O rapaz que matou nove pessoas a tiros em uma igreja de Charleston, Carolina do Sul (EUA) afirmou em depoimento à Polícia que por pouco não desistiu de fazer o atentado a que havia se proposto.
Na noite da última quarta-feira, 17 de junho, Dylann Storm Roof foi ao templo da igreja Emanuel African Methodist Episcopal e disparou contra as pessoas que participavam de um grupo de estudo da Bíblia. O crime vem sendo considerado como de ódio racial, já que Roof é branco e todas as pessoas mortas eram negras.
“Quase não fui em frente porque todo mundo havia sido tão bom comigo”, disse Roof. Ainda assim, ele decidiu “ir em frente com a sua missão”. A Polícia informou que ele ficou sentado com os fiéis por uma hora antes de decidir sacar a arma e atirar.
Após cometer o crime e fugir para a cidade de Shelby, no estado vizinho da Carolina do Norte, ele foi capturado através de uma denúncia de seu tio, que reconheceu o carro nas imagens de alerta divulgadas pela Polícia.
De acordo com informações da rede de televisão NBC, a governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, disse que espera que Roof seja sentenciado à pena máxima: “Nós, absolutamente, queremos que ele cumpra a pena de morte”, declarou.
Os familiares das vítimas que morreram no atentado se manifestaram na última sexta-feira, 19 de junho, e afirmaram que apesar da dor da perda, conseguem perdoar Roof pelo crime cometido.
“Você tomou algo muito precioso de mim, mas eu te perdoo. Isto me machuca. Você feriu um monte de gente, mas eu desejo que Deus o perdoe”, afirmou a filha de Lance Ethel, 70 anos, morto pelo rapaz.
“Você foi bem-vindo em nosso grupo de estudo bíblico naquela noite de quarta-feira. Te recebemos de braços abertos. Mas você matou algumas das pessoas maravilhosas que eu conheço. Cada fibra do meu corpo dói. Eu nunca mais serei a mesma. Tywanza era o meu herói. Mas como dizem no estudo da Bíblia, nós amamos você. Que Deus tenha piedade de sua alma”, afirmou a mãe de Tywanza Sanders, outra vítima do crime bárbaro.

Governo ignora decisão do Congresso e tenta obrigar o ensino da ideologia de gênero nas escolas

Governo ignora decisão do Congresso e tenta obrigar o ensino da ideologia de gênero nas escolas
A questão em torno da ideologia de gênero, uma das plataformas mais ousadas e importantes dos ativistas gays, foi recusada como política nacional de ensino em 2014 pelo Congresso Nacional, porém o Ministério da Educação (MEC) vem ignorando essa determinação e vem exigindo que os estados e municípios instituam essa matéria no currículo escolar.
A ideologia de gênero, em resumo, prega que a identidade sexual de uma pessoa seja construída a partir de suas experiências sociais, culturais e afetivas, e não a partir de sua constituição biológica. Na prática, isso significa dizer que, se implementada nas escolas, os alunos passariam a aprender que ser homem ou mulher é uma escolha pessoal, devendo assim, decidirem como querem ser tratados.
De acordo com denúncia feita pelo deputado federal Izalci Lucas Ferreira (PSDB-DF), o MEC vem exigindo que o ensino da ideologia de gênero seja implementado nas escolas municipais e estaduais até o fim de junho.
Em um discurso no plenário da Câmara, Izalci apresentou um requerimento, apoiado por outros 13 deputados, para cobrar explicações oficiais ao ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, a respeito de documentos elaborados pelo Fórum Nacional de Educação, que estão orientando a elaboração dos planos estaduais e municipais, com a afirmação de que a ideologia de gênero é obrigatória.
Essa postura do governo federal desobedece a determinação do Congresso Nacional em 2014, que retirou do Plano Nacional de Educação (PNE) todas as menções à ideologia de gênero como uma meta da educação brasileira. Na ocasião, ficou estabelecido que até o fim de junho de 2015, cada um dos 27 Estados, Distrito Federal e os 5.570 municípios aprovem planos próprios, seguindo as bases primárias definidas pelo PNE.
“A ideologia de gênero, contrariamente ao que dizem seus ativistas, não tem por finalidade combater a discriminação contra minorias. Ela tem origem no movimento marxista e tem por finalidade abolir a instituição familiar da estrutura social. É doutrina de Marx a noção de que a primeira de todas as opressões é constituída pela própria família, e que, sem a abolição da família, não poderá ser levada adiante a revolução comunista. Esta doutrina foi claramente exposta no último livro escrito por Marx, intitulado ‘A Origem da Família, da Propriedade e do Estado’, finalizado postumamente por [Friedrich] Engels”, afirmou o especialista Alberto Monteiro.
As críticas à proposta de ensino da ideologia de gênero nas escolas são abrangentes. A educadora Leonice da Paz, presidente da Associação Marchadoras de Jesus, afirmou que a educação sexual e a diversidade devem ser introduzidas pelos próprios pais, de acordo com suas culturas e crenças: “Não cabe à escola, apresentar este tema às crianças. Caso esta proposta seja aprovada, isto pode significar a violação de um direito que é, acima de tudo, da própria família. O perigo desta proposta está na possibilidade de fazer uma confusão muito grande na cabeça das crianças. Por trás desta proposta, há com certeza uma psicologia ativista servindo a uma agenda determinada, transformando crianças em cobaias”, pontuou, segundo informações do site Guia-me.
O promotor da Infância, Adolescência e Juventude do Mato Grosso do Sul (MS), Sérgio Harfouche, aponta que há irregularidades jurídicas na proposta de ideologia de gênero. Ele é membro da Comissão Permanente da Educação (COPEDUC) e do Grupo Nacional dos Direitos Humanos.
“O princípio de hierarquia das leis exige que, uma lei, para ser válida, retire essa validade de uma lei hierarquicamente superior. Uma lei federal não pode dizer mais ou menos do que a Constituição Federal já disse”, pontuou, reiterando que o Congresso Nacional excluiu a proposta da ideologia de gênero do PNE: “Por ser o Plano Nacional de Educação uma lei federal, vai oferecer subsídios para ser replicada nos estados e nos municípios pelos Planos Estaduais e Municipais de Educação. Vale dizer que, se o Plano Nacional de Educação, pelo Congresso Nacional, excluiu as expressões de ideologia de gênero, isto tem que ser também aplicado pelos planos estaduais e municipais”, frisou.

SHAVUOT 2015