IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Pastor é condenado à prisão por protestar contra a legalização do casamento gay

Pastor é condenado à prisão por protestar contra a legalização do casamento gay
Um pastor evangélico foi preso por ofensas a homossexuais durante um protesto realizado em uma sessão plenária do parlamento do Chile.
Javier Soto protestava contra a proposta de aprovação do casamento gay no país durante a votação do projeto, quando passou a se referir aos deputados favoráveis ao casamento gay como “sujos” que iriam “para o inferno”.
Antes de ser contido, afirmou ainda que a prática homossexual era um pecado: “Isso é uma vergonha, homens com homens”, esbravejava.
Diante do tumulto, o deputado Ricardo Rincón, presidente da Comissão de Constituição, pediu que se investigasse como o pastor conseguiu entrar na reunião, e Soto respondeu dizendo que tinha sido convidado pelo parlamentar evangélico Jorge Sabag, de acordo com o site La Tercera.
O pastor foi ouvido pela Polícia e liberado, mas voltou a ser preso dias depois, acusado de ofender e agredir o porta-voz do Movimento de Integração e Libertação Homossexual, grupo ativista liderado por Rolando Jiménez no Chile.
Após a prisão, os ativistas gays moveram um processo contra o pastor, dizendo que ele os perseguia constantemente e incentivava outros evangélicos a fazerem o mesmo.
Ouvido pelo Tribunal, o pastor Soto disse que sua postura estava “correta, porque [nós evangélicos] não somos covardes. Temos de defender aquilo que acreditamos”, e acrescentou que estava sendo perseguido por pregar contra a “perversão e obscenidade” da militância homossexual.
“O que me dá força é que devo continuar a pregar o evangelho. Se for o caso de agora pregar somente aos presos, pregaremos”, concluiu, antes de ouvir a sentença de prisão por 541 dias. No entanto, Soto admitiu a agressão ao ativista gay em troca da redução da pena para 60 dias.
A condenação do pastor foi comemorada por ativistas ateus do Chile, que publicaram uma nota dizendo que “a religião é uma escolha pessoal”, e por isso não haveria razões “para ir gritar” com as demais pessoas sobre suas crenças. “Quem não está cansado disso?”, questionaram.

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