IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

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2017 Ano da Paternidade

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Homem que dizia ser satanás invade igreja, ateia fogo ao corpo e morre carbonizado

Homem que dizia ser satanás invade igreja, ateia fogo ao corpo e morre carbonizado
Um homem encapuzado e vestido de preto invadiu um culto numa igreja evangélica de João Pessoa, capital da Paraíba, e se identificou como satanás.
Portando um facão, ameaçou os fiéis da igreja, localizada na comunidade Engenho Velho, na zona sul de João Pessoa. Após tentar agredir os presentes, fugiu na moto de um dos frequentadores que estavam no culto.
Próximo à meia-noite, o homem cometeu um novo crime ao invadir uma casa. A jovem que estava no local, fugiu pela janela e acionou a Polícia, segundo informações do site Folha do Sertão.
Sozinho na residência, o “satanás” ateou fogo ao próprio corpo e morreu carbonizado, abraçado a um botijão de gás.

Testemunho: casal de ciganos se converte ao Evangelho, abandona superstições e tenta fixar raízes

Testemunho: casal de ciganos se converte ao Evangelho, abandona superstições e tenta fixar raízes
O povo cigano é conhecido pelos costumes nômades, habitações em tendas, crenças religiosas cheias de superstições e gosto por acessórios de ouro e outros metais. Em muitos casos, as pessoas que nascem dentro dessa tradição são tratadas com discriminação pelo restante da sociedade.
Um casal de tradição cigana e que se converteu ao Evangelho, foi tema de uma reportagem da coluna Lado B, do portal Campo Grande News. “Antes a gente olhava a sorte, mas Deus chamou e numa graça, eu abandonei pela Bíblia”, diz Fábio, cigano que vive com a família numa tenda na capital do Mato Grosso do Sul.
O testemunho de conversão do patriarca da família envolve um relato de desespero da alma: “Eu dobrei meu joelho e pedi para Deus me libertar da idolatria, que eu queria misericórdia da minha alma depois da morte. Entrei na igreja e pedi um sinal pra Deus me chamar e ele me chamou pelas águas do santo batismo. Com a minha esposa, Deus chamou por um hino em sonho ‘Avantes do senhor, sem temer’ e ela nunca mais leu a mão de ninguém”, diz, revelando parte da história de sua esposa, Paola.
Apesar de terem abandonado parte das tradições ciganas, algumas coisas não podem ser mudadas, como a origem: “Somos uma família romani, nossos avós eram da Romênia, mas nós somos brasileiros, eles foram falecendo e ficou a geração de hoje”, diz Fábio, que apesar do respeito às raízes, não nutre nada além disso pelo passado: “Como vai ser cigana se não lê a mão? Não é cigano. Nós, na verdade, somos evangélicos. Antes éramos ciganos, hoje somos um servo de Deus”.
O relato do casal é permeado de afirmações sobre a mudança de vida, e embora ainda vivam numa tenda, querem uma casa para se estabelecerem com os filhos, de três e seis anos de idade. “Nossa vida é muito sofrida, nós viajamos muito. Onde chega, arma barraca e as pessoas não deixam a gente ficar. Eles não sabem que dentro da gente tem um coração que ama também. Já chegamos em lugar que meus filhos estavam com sede e não deixaram eu pegar água”, desabafa.
“Eu vou ter a minha casa, mas vou passar uns dois ou três dias fora, vendendo”, diz, lembrando da profissão destinada aos homens criados na cultura cigana. “Ciganos, siga por anos, eles andam sem parar. Um cigano tem aquilo na veia. De vender, viajar e não aguentar ficar parado num lugar. Eu tenho orgulho e gosto muito das tradições”, pondera.

Templo da Igreja Mundial do Poder de Deus é novamente fechado por “perturbação do sossego”

Templo da Igreja Mundial do Poder de Deus é novamente fechado por “perturbação do sossego”
No fim de agosto um templo da Igreja Mundial do Poder de Deus da cidade de Ponta Grossa, no Paraná, foi fechado devido a uma reclamação de “perturbação do sossego” feito por uma escola vizinha. Porém, apesar de haver conseguido uma liminar na Justiça para retomar suas atividades no local, a igreja foi novamente fechada pela Polícia Militar, que também apreendeu a aparelhagem de som da igreja.
A ação policial aconteceu durante o culto de reabertura da igreja quando, de acordo com a PM, vizinhos se incomodaram com o som alto durante a cerimônia e fizeram uma nova reclamação contra a igreja, chamando a polícia ao local.
Essa foi a segunda vez, em menos de 30 dias, que a igreja foi impedida de realizar cultos por causa excesso de barulho. Na primeira reclamação, diretores do Complexo Educacional Damásio de Jesus, que dá aulas particulares de cursinho pré-vestibular ao lado do templo, entraram com um mandado de segurança por perturbação de sossego, alegando que o barulho dos cultos atrapalhava alunos e professores.
O pastor Jorge dos Santos, responsável pela igreja, foi levado ao Cartório da Polícia Militar para assinar um termo circunstanciado e afirmou que a igreja está sofrendo de perseguição, ao ter seu funcionamento impedido pela polícia.
- Estão nos perseguindo. Vamos tomar providências jurídicas, pois estão impedindo nossos direitos de exercer a religião – afirmou o pastor, que relata que cerca de 500 fieis acompanhavam o culto de reabertura, segundo a RPC TV, afiliada da TV Globo.
Apesar de afirmar se tratar de um caso de perseguição religiosa, o pastor declarou que pretende solucionar a questão e evitar novos problemas, fazendo um tratamento acústico adequado no templo.
- Nós temos um técnico disponível para aferir o som. É preciso que o reclamante permita nossa entrada no espaço para que haja a verificação do barulho – explicou o religioso.

Renato Aragão critica o polêmico vídeo do “Porta dos Fundos” e afirma que “humor não precisa usar religião”

Renato Aragão critica o polêmico vídeo do “Porta dos Fundos” e afirma que “humor não precisa usar religião”
Na última quarta feira (12), o humorista Renato Aragão criticou o uso da religião em vídeos humorísticos publicados pelo canal do youtube “Porta dos Fundos”. A crítica se deu durante uma conversa entre Aragão e o humorista Gregório Duvivier, um dos fundadores do canal humorístico, no programa “Na Moral”.
- Não precisa usar a religião para fazer humor – afirmou Aragão, durante o programa apresentado por Pedro Bial, que recebeu também Helio de La Peña e Bruno Mazzeo para discutir os limites do humor.
O “limite do humor” é um assunto que vem tomando grande espaço nas discussões por todo o país, sobretudo quando se trata do humor que tem a religião como tema. Essa discussão vem sendo ainda mais intensificada nas últimas semanas pela polêmica em torno de vídeos publicados pelo “Porta dos Fundos”.
A religião é um tema recorrente nos vídeos do grupo de humoristas, que recentemente foi duramente criticado e recebeu notas de repudio do deputado federal e pastor Marco Feliciano e da Bancada das Mulheres por causa do polêmico vídeo “Oh, Meu Deus”.
A esquete “Deus”, produzida pelo Porta dos Fundos foi utilizada para ilustrar a discussão. Depois de ver o vídeo, Renato Aragão foi Interrogado pelo apresentador se tinha problemas em piadas com religião, e foi direto ao apresentar sua opinião sobre o tema.
- Eu nunca passei por esse temor de fazer piada sobre religião, não precisa usar a religião para fazer humor. Eu acho que até agride, coisa que agride é você criticar a religião da pessoa; muçulmana, católica, evangélica, tudo – afirmou.
- Eu sou muito fã do Renato, mas neste caso eu vou ter que discordar. Olha só, eu acho que é engraçado a gente desmistificar. O meu Deus não é o Deus de outras pessoas. Não existe um sagrado absoluto – disse Gregório, que em seguida foi questionado por Aragão se tinha uma religião.
Diante da negativa do humorista, Renato Aragão afirmou que ele podia sim fazer humor com religião, mas sem ofender as pessoas.
- Então, você está a caráter para falar desde que não agrida as religiões das pessoas. O mundo não precisa disso, Eu acho que o humor não precisa disso. Você é inteligente, eu te acompanho, na Portas dos Fundos e nas portas da frente – respondeu Renato Aragão, de maneira bem humorada.
- Nós temos um limite no ‘Porta’ e religião não é ele. Nunca vamos rir de negros, por exemplo. Não falamos de minorias. Religião é maioria – afirmou Duvivier, segundo o MSN Entretenimento.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Senador boliviano evangélico fugiu para o Brasil após denunciar esquema de corrupção envolvendo tráfico de drogas, diz revista

Senador boliviano evangélico fugiu para o Brasil após denunciar esquema de corrupção envolvendo tráfico de drogas, diz revista
O pastor e senador boliviano Roger Pinto Molina pediu asilo político na Embaixada Brasileira em La Paz, capital da Bolívia e posteriormente fugiu para o Brasil devido às perseguições que sofreu do atual governo boliviano, liderado pelo presidente Evo Morales.
De acordo com a revista Veja, em março de 2011 Molina levou um dossiê ao Palácio Quemado, sede do governo boliviano, com informações obtidas por funcionários da agência de inteligência da polícia do país que comprometiam membros do partido do próprio presidente Morales e até, funcionários do alto escalão do governo.
As denúncias davam conta que esses políticos e funcionários atuavam de forma a favorecer e facilitar o narcotráfico de cocaína produzida na Bolívia.
Ainda segundo a reportagem, a atitude do pastor e senador Molina era que o presidente, uma vez informado, passasse a investigar a corrupção entre seus colegas de partido e assessores. A Veja destaca ainda que boa parte da produção da folha de coca na Bolívia é contrabandeada para o Brasil e acaba sendo usada na produção de cocaína e crack.
No entanto, com posse dos documentos, Morales não apenas ignorou as acusações como passou a perseguir Molina, o que levou o pastor a pedir asilo na Embaixada Brasileira.
Além disso, o presidente Evo Morales nomeou em 2012 para o posto de embaixador no Brasil o advogado Jerjes Justiniano, dando a ele a missão de rebater as denúncias feitas por Molina contra os funcionários acusados de corrupção e associação ao tráfico de drogas, de acordo com informações da Veja.

Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay

Casal cristão forçado a fechar empresa após se recusar a prestar serviço a casal gay
Um casal de empreendedores cristãos, que haviam aberto uma confeitaria há pouco tempo e comemoravam uma taxa de crescimento acima de 50% em 2013 foi obrigado a fechar sua loja após se recusar a fazer um bolo de casamento para um casal de lésbicas.
A decisão de Aaron e Melissa Klein foi tomada a partir de seus princípios religiosos, e por isso, o caso se tornou manchete nos Estados Unidos.
A imprensa tem especulado se os empresários teriam violado a Lei Estadual de Igualdade, implementada em Oregon no ano de 2007. A legislação não permite que empresas neguem serviços a consumidores com base em sua orientação sexual. Há uma isenção para as organizações religiosas e escolas, mas empresas privadas não podem discriminar com base em orientação sexual, raça, sexo, idade, deficiência ou religião.
No entanto, o proprietário da loja rebate: “Discriminação é realmente a terminologia errada para o que aconteceu. Eu não quero ser uma parte de um casamento que eu acho que é errado”, argumentou Aaron Klein.
Uma das noivas prestou queixa junto a autoridade responsável por fiscalizar o cumprimento da Lei da Igualdade, e agora aguarda a resolução do caso. “Estamos empenhados em uma investigação justa e completa para determinar se há evidência substancial de discriminação ilegal”, disse o comissário Brad Avakian.
Enquanto isso, o casal proprietário da loja afirmou que a polêmica tem afetado os negócios, e o método de protesto dos que não concordam com a postura deles tem sido considerada “mafiosa”, segundo Aaron: “Há um monte de gente de mente fechada por aí que gostaria de fingir ser muito tolerante e só querem direitos iguais. Mas, por outro lado, eles têm sido muito, muito mesquinhos. Eles têm sido militantes. A melhor maneira que posso descrevê-los é que eles usaram táticas mafiosas contra nossa loja. Basicamente, se você presta serviço ou compra de nossa confeitaria, eles vão te boicotar”, declarou.
Segundo o Urban Christian News, o carro de entregas e as instalações da confeitaria foram invadidos e saqueados no último domingo, 01 de setembro, e a polícia local informou não ter pistas sobre os vândalos.
No Facebook, amigos do casal manifestaram solidariedade: “Eu sinto muito em ouvir isso. É muito frustrante que as pessoas façam tudo o que podem fazer contra só porque não concordam com um estilo de vida. Vou manter todos vocês em minhas orações. Não deixe que eles te abalem. Você vai sobreviver a esta e todas as outras provas através de sua fé. Deus te abençoe, Melissa”, escreveu uma mulher.

Policial da equipe que investigou pastor Marcos Pereira é coordenador de projeto do AfroReggae, revela jornal

Policial da equipe que investigou pastor Marcos Pereira é coordenador de projeto do AfroReggae, revela jornal
Novos fatos que comprometem a investigação feita pela Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) contra o pastor Marcos Pereira, líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), foram revelados pelo jornal O Dia.
Um dos policiais que fazem parte da equipe do delegado Márcio Mendonça, titular da DCOD, é coordenador de um projeto social desenvolvido pelo AfroReggae, que tem como coordenador-geral José Júnior, o principal desafeto de Marcos Pereira.O policial Roberto Chaves de Almeida, conhecido como Beto Chaves, coordena o Projeto Papo de Responsa desde 2009, época do lançamento. O projeto envolve a ministração de palestras em escolas públicas sempre em parceria de um policial e um ex-traficante que tenha sido ajudado pelo AfroReggae.
O jornal publicou a foto acima como prova da ligação do grupo de José Junior com Beto Chaves. Na imagem, aparecem o policial (de barba e cabelo comprido), o pastor Rogério Menezes (ex-braço direito de Marcos Pereira e funcionário do AfroReggae) e José Junior (de boné).
A matéria do jornalista João Antonio Barros classifica a proximidade dos envolvidos na acusação e investigação como “conflito de interesses”, e lança dúvidas sobre o fato de cinco das testemunhas de acusação contra o pastor Marcos Pereira serem funcionárias do AfroReggae.
O jornalista ainda questiona a forma como as investigações foram concluídas pelo delegado Mendonça: “O inquérito contra o pastor foi aberto em 2012 pela ex-diretora Valéria Aragão. Mas foi com Mendonça que, em apenas dois meses, foi finalizado a toque de caixa e sem que todas as diligências tivessem sido feitas, o que gerou suspeitas do advogado Silva Neto, defensor de Marcos Pereira”, escreve Barros em sua reportagem.
Disputa de verbas
O mesmo jornal chama atenção para o grande investimento feito nas comunidades carentes onde tanto Marcos Pereira quanto José Junior atuam. Segundo O Dia, a somatória de verbas públicas e privadas destinadas às áreas dos rivais chega a R$ 20 milhões por ano, e isso teria motivado a rixa entre os dois.

Milagre: mãe que deu à luz bebê com apenas 23 semanas de gestação ouviu de Deus que sua filha ficaria bem antes do parto

Milagre: mãe que deu à luz bebê com apenas 23 semanas de gestação ouviu de Deus que sua filha ficaria bem antes do parto
Marie Massey, 42 anos, estava grávida há 23 semanas, e sonhou com a voz de Deus dizendo que cuidaria de sua filha. Na manhã seguinte, enquanto ia para o trabalho, sentiu-se mal. Chegando no trabalho, foi socorrida e entrou em trabalho de parto.
O caso, incomum, resultou no nascimento prematuro de sua filha, em aproximadamente 4 meses antes do tempo normal de gestação. Os médicos diziam a Marie que sua filha não sobreviveria, por ter nascido com pouquíssimo tempo de gestação, com órgãos internos ainda em formação, e sob risco de ter danos cerebrais.
No entanto, Marie agora entendia o sonho da noite anterior e dizia aos médicos que sua filha ficaria bem. Entendendo a situação da mãe, os médicos davam atenção, porém sempre respondiam dizendo que os números garantiam que a filha dela não sobreviveria.
“A lista [de problemas que os médicos me disseram] foi extensa. Então, eu apenas respondia: ‘Ela vai ficar bem. Não se preocupe’. Os médicos diziam: ‘Mas Sra. Massey, você não entende… Não há nenhuma chance aqui”, relatou a mãe à rede de TV ABC News.
Marie deu o nome à sua filha de Faith, que significa Fé em inglês, e apesar dos prognósticos, em julho a menina recebeu alta e foi levada pela mãe para casa. Faith, que pesava apenas algumas gramas, agora já tem 10 kg, e está saudável.
Um dos neurologistas ouvidos pela reportagem do Christian Post, doutor Michael Espiritu, afirmou que 24 semanas de gestação é o tempo mínimo de garantia para sobrevivência de bebês prematuros, e que os nascidos na mesma circunstância de Faith tem apenas um por cento de chance de sobreviver. “Nós realmente não esperávamos que ela sobrevivesse…”, disse o médico, que viu a pequena Faith contrariar as estatísticas.