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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Bancada Evangélica apresenta nota de repúdio contra presidente da Venezuela por homofobia

Bancada Evangélica apresenta nota de repúdio contra presidente da Venezuela por homofobia
O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO), apresentou uma moção de repúdio contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. A nota condena o político por “homofobia” e foi aprovada por unanimidade na Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara dos Deputados, onde o pastor Marco Feliciano é o presidente.
A moção foi motivada por declarações homofóbicas feitas por Maduro em sua campanha à eleição presidencial. Como forma de descreditar seu adversário, Henrique Caprilles, Maduro passou a espalhar um boato de que Caprilles é gay.
- Eu, sim, tenho mulher, escutaram? Eu gosto de mulheres – chegou a bradar em um de seus comícios, ao lado da sua mulher.
Capriles tem 40 anos e não é casado. Na época, ele reagiu às afirmações do adversário político criticando sua postura e clamando por uma sociedade mais igualitária.
- Quero enviar uma palavra de rechaço às declarações homofóbicas de Maduro. Não é a primeira vez. Creio numa sociedade sem exclusão, na qual ninguém se sinta excluído por sua forma de pensar, seu credo, sua orientação sexual – afirmou.
O jornalista Reinaldo Azevedo comentou a atitude da Bancada Evangélica questionando o silêncio de Jean Wyllys e de outros políticos que defendem a agenda gay no Brasil.
- Cadê Jean Wyllys? Cadê os outros esquerdistas da comissão? Por que nunca protestaram contra os homofóbicos islâmicos ou de esquerda? – questionou Azevedo, ressaltando a proximidade dos políticos da esquerda brasileira com os líderes venezuelanos.
- Por que ela (a moção) não foi proposta por petistas e psolistas? Sim, meus caros, há sete petistas lá: Érika Kokay, Domingos Dutra, Nilmário Miranda, Padre Ton, Janete Rocha Pietá, Luiz Couto e Vicentinho. Há ainda dois representantes do PSOL: além de Jean Wyllys, Chico Alencar. – completou o jornalista, que disse ainda que “até esquerdistas admitem que a questão de gênero é, no fundo, mero pretexto para uma outra batalha”.

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