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segunda-feira, 4 de março de 2013

Conselho de Psicologia volta a ordenar que Marisa Lobo apague todas as referências de que é cristã; Processo de cassação é reaberto

Conselho de Psicologia volta a ordenar que Marisa Lobo apague todas as referências de que é cristã; Processo de cassação é reaberto
O Conselho Federal de Psicologia (CFP) voltou a movimentar o processo administrativo contra a psicóloga Marisa Lobo em que cobra a retirada das menções à religião que a psicóloga mantém em suas redes sociais. A notificação foi enviada pelo Conselho no último dia 22/02.
O conflito entre Marisa Lobo e o CFP por causa da afirmação pública de fé por parte da psicóloga é antigo e vem se estendendo desde 2011. Agora, foram acrescentadas acusações de homofobia e racismo.
Num desabafo em vídeo publicado no Youtube, Marisa Lobo afirma que o CFP estaria agindo a partir de convicções ideológicas e políticas: “Vocês prostituíram a ética e a ciência da psicologia, trasformaram o conselho de psicologia em partido político ideológico Vocês não são deuses”.
Ao reforçar que irá processar o CFP na justiça comum por supostamente ter aceito denúncias de racismo e homofobia contra ela sem averiguar as acusações, e incluir essas acusações na ação administrativo em curso, Marisa Lobo voltou a dizer que a intenção do Conselho é usá-la como um meio para um objetivo maior.
“Vocês precisam da cabeça de alguém pra oferecer numa bandeja. Vocês precisam de alguém e me transformaram num bode expiatório porque vocês não vão conseguir cassar o Silas Malafaia”, disse a psicóloga.
Marisa Lobo apresenta no vídeo parte do conteúdo de algumas denúncias feitas contra ela, e afirma contundentemente que o CFP jamais poderá provar as acusações de homofobia, racismo ou de que exista algum caso de consultório onde induziu convicções religiosa ou orientações sexuais a pacientes. Ela ressalta também que boa parte do conteúdo usado no processo é produzido por perfis falsos, que provavelmente seriam usados para não incriminar os autores das denúncias.
A psicóloga ressalta ainda que a seu ver, existe uma mobilização para transformar cristãos em homofóbicos aos olhos da sociedade: “O Brasil não é homofóbico, não vamos aceitar esse rótulo, e vocês [CFP] não podem fazer isso comigo”.

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