IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

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2017 Ano da Paternidade

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Pesquisa mostra que após cristãos e mulçumanos, sem-religião são 3º maior grupo no mundo

Pesquisa mostra que após cristãos e mulçumanos, sem-religião são 3º maior grupo no mundo
Os resultados do primeiro relatório Global Religious Landcaspe (Panorama Global da Religião) apontam que o grupo dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião já é o terceiro em todo o mundo, ficando atrás apenas dos que se dizem cristãos ou muçulmanos.
A pesquisa foi realizada com dados de quase todo o planeta e organizada pelo Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, parte da organização independente Centro de Pesquisas Pew, em Washington.
As pessoas que se declaram ateus, agnósticas ou não filiadas a alguma religião formam 16,3% da população mundial, ficando atrás apenas dos 31,5% da população mundial que se consideram cristãos (incluindo católicos romanos, ortodoxos e protestantes), e dos muçulmanos (sunitas e xiitas), com 23,2% do total.
Em seguida aparecem hindus, 15%, budistas (7,1%), seguidores de religiões étnicas ou folclóricas (5,9%) e judeus (0,2%).
Segundo a BBC, a pesquisa mostra que no Brasil, 7,9% dizem não ter religião ou não acreditar em divindade, sendo que 88,9% se declaram cristãos. Cerca de 2,8% dos brasileiros dizem pertencer a religiões étnicas, como o candomblé. Outros grupos, como judeus e muçulmanos, são menos de 1%.
Na China, 52,2% estão no grupo dos não religiosos. A maior parte dos que se declaram ateus, agnósticos ou sem religião estão em países comunistas ou ex-comunistas, onde tradicionalmente a religião não foi vista com bons olhos, como em Cuba, onde são 23% da população.
O país menos religioso na América Latina, segundo o estudo, é o Uruguai, com 40,7% da população dizendo não pertencer a nenhuma denominação. Entre eles está o presidente do país, José Mujica, que se diz agnóstico.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Especialista afirma que previsão feita no calendário maia sobre o fim do mundo é “o maior cavalo de Tróia da história”.

Especialista afirma que previsão feita no calendário maia sobre o fim do mundo é “o maior cavalo de Tróia da história”. Leia na íntegra
Um estudo sobre as dúvidas envolvendo o dia 21/12, dividido em duas partes, foi preparado pelocolunista do Gospel+,Luiz Fernandes, especialista em estudos do Apocalipse.
No primeiro artigo sobre o tema, Luiz Fernandes afirma que “o verdadeiro perigo que satanás, o grande enganador, tem habilmente escondido de todos, não é o que acontecerá nessa data e sim o plano cruel que ele colocará em ação, após essa data!”.
O colunista afirma que “satanás sabe de antemão que, nenhuma das catástrofes previstas e alardeadas pelos meios de comunicação vão acontecer (pelo menos não nessa data), e com isso, mais uma vez conseguirá lançar grande descrédito e confusão sobre o tema ‘fim do mundo’”.
Fernandes entende que as especulações sobre as previsões do calendário maia são na verdade, um “cavalo de Tróia”, por fazer as pessoas acreditarem que o mundo nunca acabará: “Ao amanhecer do dia 22/12/2012, bilhões de pessoas em todo o mundo concluirão que 21/12/2012 foi uma grande piada e darão continuidade as suas vidas como se nada tivesse acontecido sem perceber o grande perigo que está por detrás de tudo isso!”.
O colunista complementa o raciocínio: “qual o Verdadeiro Propósito de Satanás em Fazer Isso? [...] Confundir e desacreditar principalmente as profecias bíblicas do Apocalipse sobre os acontecimentos finais da terra, mais especificamente as 7 trombetas que estão muito prestes a se cumprir”.
- Portanto o ano de 2012 e sua data fatídica foram o “maior cavalo de Tróia” de todos os tempos, um verdadeiro “presente grego” para nos distrair e tirar a nossa atenção daquilo que realmente está por vir – alerta Fernandes.

Novo relator do polêmico PL 122 quer aprovação do projeto


Senador Paulo Paim vai acumular a função de presidente da CDH com relatoria do PL 122
O senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH), resolveu assumir a função de relator do Projeto de Lei da Câmara 122/06.
O senador é autor do PL 6.418/2005, que prevê o banimento e recolhimento de toda literatura que o governo considere preconceituosa e “homofóbica”. A proposta também é combatida por líderes religiosos, que alegam que se aprovado poderia impedir a distribuição da Bíblia Sagrada, livros evangélicos e católicos que tratem desfavoravelmente do homossexualismo.
De acordo com a Agência Senado, Paim afirmou que vai buscar o consenso para levar o projeto à votação e aprovação na CDH. Polêmico, o texto tem enfrentado duras críticas de vários setores da sociedade, sobretudo de entidades e cristãos, segundo os quais a aprovação do projeto restringiria a liberdade de culto e de expressão, por coibir manifestações contrárias à homossexualidade.
Paim assume a relatoria depois da saída de Marta Suplicy (PT-SP), que assumiu o Ministério da Cultura em setembro. Desde então, o senador disse que vinha sendo pressionado por grupos favoráveis e contrários à criminalização da homofobia para indicar um novo relator.
senador evangélico Magno Malta tentou assumir a posição, porém seu nome não foi acolhido. Segundo especulação do site gay A Capa, se isso tivesse acontecido seria para derrubar o projeto.
Paulo Paim afirmou ainda que não se trata de um projeto fácil de aprovar e que a matéria não foi votada antes a pedido da antiga relatora, Marta Suplicy, que não via condições políticas de aprovação da matéria.
“Se o PL 122 fosse fácil de votar, nós já teríamos votado há muito tempo. Só a senadora Marta Suplicy, que foi vice-presidente do Senado, ficou com ele dois anos. Não é falta de boa vontade da comissão. O projeto não foi colocado em votação por outros presidentes, porque toda vez que foi colocado em votação, da forma que estava, o projeto seria derrotado”, afirmou Paim.
O senador gaúcho disse que tentará construir um acordo e que caso isso não aconteça o novo presidente da CDH no próximo ano poderá indicar outro relator para o projeto.

Cristãos chineses são presos por pregar sobre o Natal ao ar livre


Cerca de 40 policiais de Shenzhen, China, abordaram Cao Nandi e outros oito cristãos, dos quais, sete mulheres, incluindo uma senhora de 70 anos de idade, e os levaram detidos a uma delegacia próxima. O motivo? Eles pregavam sobre o verdadeiro significado do Natal em um parque no sul da cidade.
As mulheres são obreiras do Centro Guanai (Caring) e da Igreja Meilin. O único homem do grupo é membro da Igreja Associação Jovens da Paz.
Quando a esposa de Cao foi até a delegacia de polícia na manhã seguinte, cerca de oito horas depois, foi informada de que não poderia ver o marido.
Cao ama o Senhor apaixonadamente e queria contar aos outros sobre a graça salvadora do Senhor e as Boas Novas do Reino do Céu, mesmo que isso custasse ser odiado por outros e sofrer perseguição. Ele aceitou de bom grado esta punição injusta por compreender a Verdade de Deus e a missão do Pai de salvar as almas perdidas.
De acordo com os últimos relatórios recebidos pela agência de notícias China Aid (Ajuda à China, em tradução livre), todos os detidos já foram liberados.
Segundo Portas Abertas, é importante lembrar que, com a aproximação do Natal, a perseguição do governo aos cristãos deve aumentar. “Devemos orar para que os cristãos chineses respondam com sutileza, e continuem servindo fielmente. Para que diante da perseguição, não tenham medo e não recuem, de modo que conquistem a vitória nesta batalha espiritual”, orienta o ministério.
Crescimento em meio a perseguição
Centenas de cristãos na China foram detidos num domingo, em 2011, quando tentavam realizar um culto. Eles eram membros da Shouwang, uma das maiores igrejas protestantes não registradas, em Pequim
Apesar dos nomes dos novos líderes chineses terem sido anunciados oficialmente este mês, esse processo começou há cinco anos, quando Xi e Li foram ungidos como os sucessores de Hu Jintao e Wen Jiabao, nessa ordem. Todos os anos em decorrência serviram de preparação para que, no tempo determinado, eles possam assumir os postos da liderança do segundo país mais poderoso do mundo.
Há pouco espaço para qualquer mudança significativa repentina na política da China. O que mais se espera de uma nova liderança é que mantenha a continuidade, já que todas as alterações políticas essenciais – com planejamento de longo prazo – são tomadas por consenso, e, portanto, nenhum indivíduo tem o poder de tomar uma decisão importante isoladamente.
No que diz respeito à liberdade religiosa, é provável que a atitude do governo chinês quanto ao crescimento “sem controle” de igrejas casa se mantenha inalterada nos próximos anos. O movimento é composto por igrejas “não-oficiais” que operam fora das áreas controladas pelo governo, como o Movimento Patriótico das Três Autonomias e o Conselho Cristão da China.
Isso explica porque a Igreja Shouwang – que começou como um estudo bíblico caseiro, em 1993, cresceu e tornou-se uma das maiores congregações casa em 2007 – está sendo perseguida pelas autoridades. A igreja possui um piso na Torre de Tecnologia e Daheng Science na área noroeste de Beijing Zhongguancun (distrito tecnológico da China), mas as autoridades impediram o uso da propriedade para cultos. A igreja tem se reunido em um parque por mais de um ano, apesar de esporádica prisão e detenção de seus membros durante os cultos.
Resistência
Polícia chinesa usa de violência para tentar conter o avanço do Evangelho no país
No início deste mês, sete cristãos de uma igreja doméstica na província de Henan foram acusados de participar de atividades de Shouters (Gritadores, em tradução livre), um grupo fundado em 1960, nos Estados Unidos, que foi proibido, em 1980, pelo governo chinês, de cultuar a Deus, segundo a organização China Aid.
Autoridades se opõem até mesmo às igrejas oficiais que procuram resistir aos movimentos do governo. Recentemente foi negada a permissão para um protesto público contra o despejo planejado, supostamente ilegal, e a demolição de uma propriedade da igreja pelos desenvolvedores imobiliários, de acordo com informação da China Aid em 26 de novembro.
Ryan Morgan, gerente regional para o Sudeste Asiático do International Christian Concern, disse: “Nossa única escolha é adorar de forma ilegal e enfrentar a ameaça de assédio, detenção, tortura e prisão. Dezenas de milhões de cristãos na China sofrem com isso hoje. No entanto, as igrejas chinesas parecem ser fortes o suficiente para continuarem a crescer tanto em número quanto em profundidade espiritual em face à perseguição”.
Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

[Vídeo] CQC apresenta matéria sobre discussão do projeto de “cura gay”, com pastor Silas Malafaia, Marisa Lobo e Marco Feliciano: “O Brasil não é um país homofóbico”

[Vídeo] CQC apresenta matéria sobre discussão do projeto de “cura gay”, com pastor Silas Malafaia, Marisa Lobo e Marco Feliciano: “O Brasil não é um país homofóbico”
Na edição de ontem, 03/12, do programa CQC, na Band, foi apresentada uma matéria feita pela repórter Monica Iozzi sobre a cobertura da audiência pública realizada no dia 28/11 para a discussão do projeto de lei apelidado de “cura gay”.
Entre os entrevistados para a matéria, estavam o pastor e deputado federal Marco Feliciano, a psicóloga Marisa Lobo e o pastor Silas Malafaia, entre outros.
Questionada em tom provocativo pela repórter Monica Iozzi a respeito de um paciente buscando a “cura” do homossexualismo, a psicóloga e colunista do Gospel+, Marisa Lobo, respondeu: “Não sou curandeira, em primeiro lugar. Em segundo lugar, eu faria o que a minha profissão diz que eu tenho que fazer: atender o sofrimento psíquico do cidadão”. A repórter questionou se Marisa Lobo atenderia um paciente hetero que deseja se tornar homossexual, e a resposta foi positiva.
O pastor Marco Feliciano foi questionado se seria a favor da terapia de para “cura” da homossexualidade, e respondeu que é “a favor da liberdade da pessoa procurar ajuda, independente do que seja. Um psicólogo tem que tratar de todo tipo de angústia interior”. A repórter insistiu no tema, questionando se seria certo um psicólogo se referir ao assunto como “cura”. O deputado federal pelo PSC-SP respondeu que nesse caso, “ele tem que responder mediante um processo, porque não é cura, não é doença”.
O deputado federal Arolde de Oliveira (PSD-RJ) afirmou que “homossexualismo não é doença, é uma questão de orientação”.
O pastor Silas Malafaia foi confrontado pela repórter com os dados referente ao número de 165 homossexuais mortos durante o primeiro semestre de 2012. Malafaia respondeu afirmando que “o índice é ínfimo”, pois durante 2011, “50 mil pessoas foram assassinadas”.
-Vocês querem dizer, que o número de pessoas assassinadas (homossexuais) é uma estatística de que o Brasil é um país homofóbico. Não é homofóbico – enfatizou o pastor.
A repórter do CQC questionou se Malafaia seria homofóbico, e o pastor respondeu: “Nunca bati em homossexual, não odeio homossexual”. Na sequência, num bate boca com a repórter, o pastor enfatizou que o mesmo Deus que fala de amor na Bíblia, também promete lançar o homem pecador que não se arrepende de seus atos, no inferno.
Monica Iozzi pediu em tom sarcástico que Silas Malafaia mandasse um beijo para o deputado Jean Wyllys, e o pastor respondeu: “O dia que ele aprender a me respeitar…”.

Vídeo íntegra da reportagem do CQC sobre cura gay


Pastor Ciro Zibordi afirma que teologia inclusiva é “falsa” e deveria ser chamada de “evangaylho”. Leia na íntegra

Pastor Ciro Zibordi afirma que teologia inclusiva é “falsa” e deveria ser chamada de “evangaylho”. Leia na íntegra
Sem meias palavras, o pastor Ciro Zibordipublicou um artigo sobre a chamada teologia inclusiva, que no Brasil tem como uma das principais defensoras a pastora Lana Holder, da igreja Cidade de Refúgio.
Sem mencionar o nome da pastora inclusiva por extenso – usando apenas as iniciais – Zibordi criticou a postura de Lana Holder, afirmando que ela passou de “ex-homossexual” para “ex-heterossexual”.
-Quando se dizia ex-lésbica, ela chamava à frente o seu marido — ao som de muitas glórias a Deus — e dizia que Jesus Cristo havia transformado a sua vida por completo, libertando-a da homossexualidade e dando-lhe uma linda família. Algum tempo depois, teve uma grande recaída nos Estados Unidos e, atualmente, propaga, com convicção, o pseudo-evangelho gay – criticou o pastor.
O foco do artigo, no entanto, é voltado para a interpretação das passagens bíblicas em que as igrejas inclusivas buscam dar sustentação à sua teologia. Com um certo sarcasmo, Zibordi afirma que “a eisegese — não confunda com exegese — de L.H. poderia ser chamada de “exegayse”, visto que ela faz uma releitura do texto sagrado, dando novas definições às históricas interpretações dos textos que tratam do pecado da homossexualidade”.
Sobre Lana Holder, o pastor aponta que “o falso evangelho pregado por ela poderia ser chamado perfeitamente de ‘evangaylho’. Afinal, a sua missão principal à frente de uma ‘igreja inclusiva’, em São Paulo, tem sido a de torcer o Evangelho, afirmando que o praticante da homossexualidade será salvo mesmo sem deixar esse pecado”.
O pastor assembleiano encerra seu artigo separando a crítica às práticas de uma eventual avaliação de conceito pessoal: “Em resumo, L.H. enganou o seu esposo, os seus amigos, o povo de Deus e está enganando a si mesma. Mas nunca enganará o Espírito Santo! Não lhe desejo o mal. Pelo contrário, compadeço-me de sua alma e dos que estão sendo iludidos pelo falso evangelho que ela prega”.
Confira abaixo a íntegra do artigo “A ‘exegayse’ e o ‘evangaylismo’ da teologia inclusiva”, do pastor Ciro Zibordi:
A interpretação da Bíblia e a estratégia de evangelização do movimento chamado “teologia inclusiva” ou “igreja inclusiva” são uma aberração, à luz das Escrituras. No Brasil, a principal propagadora desse segmento é uma famosa pregadora, cujas iniciais do nome são L.H. (não me pergunte o nome dela!), a qual é, ao mesmo tempo, ex-homossexual e ex-heterossexual.
L.H. viajou pelo mundo todo para dizer que havia sido liberta do lesbianismo e, depois, voltou (voltou?) de modo convicto à prática desse pecado, o que implica iniquidade. Quando se dizia ex-lésbica, ela chamava à frente o seu marido — ao som de muitas glórias a Deus — e dizia que Jesus Cristo havia transformado a sua vida por completo, libertando-a da homossexualidade e dando-lhe uma linda família. Algum tempo depois, teve uma grande recaída nos Estados Unidos e, atualmente, propaga, com convicção, o pseudo-evangelho gay.
A eisegese — não confunda com exegese — de L.H. poderia ser chamada de “exegayse”, visto que ela faz uma releitura do texto sagrado, dando novas definições às históricas interpretações dos textos que tratam do pecado da homossexualidade. O falso evangelho pregado por ela poderia ser chamado perfeitamente de “evangaylho”. Afinal, a sua missão principal à frente de uma “igreja inclusiva”, em São Paulo, tem sido a de torcer o Evangelho, afirmando que o praticante da homossexualidade será salvo mesmo sem deixar esse pecado.
Respeito a opinião das pessoas, inclusive a das que defendem a homossexualidade. Isso é um direito que lhes assiste. Entretanto, a pregadora em apreço pensa que pode usar a própria Palavra de Deus, o Livro do Senhor, para fundamentar a sua má exegese e afirmar que a homossexualidade não é uma relação pecaminosa. L.H., que visitou várias igrejas, no Brasil e no mundo, e usou o nome do Senhor — em vão, é evidente — para dizer que fora liberta do lesbianismo, agora assevera que o “sistema evangélico” a obrigava ser contrária à sua “orientação sexual”?!
L.H. passou rapidamente da condição de ex-homossexual para a de ex-heterossexual! Antes, uma pecadora arrependida, teve coragem de pedir perdão em público por ter tido uma recaída. Agora, dizendo-se vítima dos próprios evangélicos, levanta a bandeira da “teologia inclusiva” e oferece ajuda aos gays que, à semelhança dela, supostamente sofrem preconceito no meio evangélico?!
Em resumo, L.H. enganou o seu esposo, os seus amigos, o povo de Deus e está enganando a si mesma. Mas nunca enganará o Espírito Santo! Não lhe desejo o mal. Pelo contrário, compadeço-me de sua alma e dos que estão sendo iludidos pelo falso evangelho que ela prega. Afinal, a Palavra de Deus afirma: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).
Com amor e verdade (Jo 14.23),
Ciro Sanches Zibordi

A crise econômica aproxima as pessoas de Deus? Pastores, fiéis e estudiosos falam sobre o assunto: “O Senhor supre necessidades”

A crise econômica aproxima as pessoas de Deus? Pastores, fiéis e estudiosos falam sobre o assunto: “O Senhor supre necessidades”
A atual crise econômica na Europa, iniciada em 2008 e agravada com a condição de alguns países da União Europeia, como a Grécia e Espanha, por exemplo, tem gerado debates entre líderes religiosos e estudiosos a respeito de uma reaproximação das pessoas com a fé.
Em Portugal, a crise econômica também tem sido severa, e embora sem afirmar taxativamente que mais pessoas se aproximaram de Deus devido às circunstâncias, pastores, teólogos e sociólogos concordam que dificuldades podem levar pessoas a darem atenção ao espiritual.
-Em situações de crise, em todas as áreas da vida, é normal as pessoas buscarem mais a Deus, é um fato. Há uma tendência para, quando as pessoas têm tudo garantido, esquecerem-se do religioso, como se tudo dependesse de nós e fôssemos auto suficientes. Mas não é um fenômeno em larga escala. A secularização das sociedades continua a ser muito importante em toda a Europa”, afirma o pastor Vieito Antunes, da Assembleia de Deus de Lisboa.
Segundo o site Publico, o antropólogo Alfredo Teixeira, do Centro de Estudos de Religiões e Culturas (CERC), diz que é necessária uma observação mais longa para afirmar que a religião estaria atraindo pessoas devido à crise.
Segundo ele, o crescimento das igrejas evangélicas em Portugal pode estar associado à teologia da prosperidade, praticada por denominações como Igreja Universal do Reino de Deus e Igreja Maná. Teixeira afirma que nessas igrejas, “ser salvo e ser próspero equivalem-se”.
-A salvação [nessas igrejas] é “já” e não algo que se espera para além de uma existência terrena. Neste contexto, as propostas de cristianização dirigem-se, de forma muito direta, aos riscos do cotidiano, e à possibilidade de os ultrapassar. Essa orientação pode, entre outras razões, ajudar a perceber esta última vaga de crescimento dessas igrejas – aponta o antropólogo.
O pastor assembleiano rejeita a teologia da prosperidade e afirma que o aumento do interesse das pessoas pela fé pode estar associada a outros motivos: “A nossa mensagem é voltada para o povo e dirigida a todo o tipo de pessoas e camadas sociais: temos analfabetos, médicos e engenheiros nos nossos cultos. Porque a Bíblia também está escrita numa linguagem simples e do povo. No entanto, não somos da teologia da prosperidade que é adotada por outras igrejas evangélicas: a Bíblia não tem em lado nenhum a promessa de enriquecer pessoas. O que o Senhor promete é suprir as necessidades do seu povo”.
O casal de evangélicos Mircea e Susana Strango destaca a flexibilidade litúrgica das igrejas evangélicas como motivo para participarem dos cultos: “Não há nenhuma regra que diga que o culto tem que ser desta ou daquela maneira. É tudo mais flexível e livre. Se alguém quiser cantar e dizer alguma coisa, está à vontade. É como se fossemos uma família. Não é o pastor que conduz tudo, que manda ou faz as regras. O pastor lidera, mas nada é rígido como noutros sítios”, revela Mircea, de 34 anos.
Assembleiano, ele admite ter passado dificuldades, porém, com esforço nunca precisou de apoio da assistência social da igreja: “Já passamos por fases difíceis, mas sempre nos safamos e não precisamos de recorrer à ajuda material da nossa igreja. Mas a religião foi muito importante para mim nos momentos mais difíceis da minha vida, sobretudo do ponto de vista espiritual, na força que me deu para continuar a lutar, para procurar trabalho e ter dinheiro para alimentar os meus filhos. A igreja será sempre importante para quem precise de um ponto de apoio, quando tudo o resto falha”, diz Mircea, que é empresário no ramo da construção civil.

[Testemunho] Após filhas orarem por 50 anos, mulher de 108 anos se converte ao Evangelho e falece dias depois

[Testemunho] Após filhas orarem por 50 anos, mulher de 108 anos se converte ao Evangelho e falece dias depois
Uma senhora de 108 anos de idade, resolve aceitar a Cristo após 50 anos de orações de sua filha mais velha, e falece aos 109 anos, depois de se batizar se tornar o símbolo do evangelismo praticado por quase toda uma vida.
Esse é o testemunho de Lula Wallace, que foi contado por suas filhas Virginia Mack e Margaret Cooke ao Christian Chronicle.
Virginia, 66 anos de idade, e Margaret Cooke, 78, revelaram que por décadas oraram pela conversão da mãe, e num dia comum, em que Margaret apenas conversava com sua mãe a respeito da Bíblia, perguntou se ela gostaria de aceitar a Cristo e a resposta foi positiva. “Nós não tentamos forçá-lo sobre qualquer decisão”, declarou Cooke.
Ambas lembram das circunstâncias da conversão de sua mãe e de um comentário feito por ela, momentos antes de decidir entregar-se a Cristo: “As pessoas simplesmente não querem fazer o que Deus quer que eles façam”, disse Lula Wallace.
Trinta anos antes, quando Margaret já orava pela conversão de sua mãe, ela ajudou sua irmã, Virginia, em sua conversão, e as duas passaram a orar juntas pela conversão de sua mãe. “Sinto que Deus me manteve em torno deste objetivo neste tempo por uma razão”, diz Virginia.
Já Margaret acredita que os propósitos de Deus se tornaram mais claros após a conversão de sua mãe: “Acabamos tendo a certeza de que vivemos a vida com Cristo em primeiro lugar como forma de ela saber o que era a vida com Deus”.
Virginia e Margaret levaram sua mãe à igreja que frequentam, em Memphis, e contaram com a ajuda do pastor John Deberry , líder de outra igreja da cidade para fazer o batismo. “Escute, eu não estou fazendo isso por pessoa nenhuma. Eu estou fazendo isso por mim e Deus”, disse Lula Wallace, antes de descer às águas.
No último dia 29/11, aos 109 anos de idade, Lula Wallace faleceu, convertida ao Evangelho. Deixou uma enorme família, formada por 11 filhos, 22 netos, 45 bisnetos e 20 tataranetos. Amanhã, dia 07/12, a família realizará um culto à sua memória.