IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

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2017 Ano da Paternidade

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Vem aí 12 Dias de Clamor para 12 Meses de Vitórias em Janeiro


Embora subestimados, ministérios infantis são o futuro da Igreja, afirma especialista

Embora subestimados, ministérios infantis são o futuro da Igreja, afirma especialista
O trabalho dos ministérios infantis nas igrejas podem estar sendo subestimados, e isso poderá causar impactos futuros, afirma Tim Thornborough, líder de um ministério infantil.
Ouvido pelo site da revista Christian Today, Tim diz que “evangelistas que vão à caça de pessoas fazem um grande trabalho, mas o maior trabalho de evangelização é o que você faz em grupo de seus filhos”, referindo-se ao fato de pesquisas apontarem que grande parte dos cristãos se decidem pela causa de Cristo aos 17 anos.
Para Tim, os líderes e membros das equipes infantis das igrejas “são os evangelistas da linha de frente, que fazem o trabalho de base, de modo possibilite existir uma igreja na próxima geração”.
Ainda segundo Tim, o trabalho do ministério infantil não deve ser encarado apenas como uma babá, mas sim, como a preparação da próxima fase de vida cristã: “Não estamos apenas cuidando das crianças, e sim, usando a sabedoria dada por Deus para que essas crianças se tornem discípulos maduros”.
Já o missionário e fundador de um ministério infantil chamado “Mark Drama”, segue pela linha do incentivo: “O que muda a vida de crianças em nossos grupos não somos nós, mas a Palavra de Deus. Você vê os outros e acha que eles são tão talentosos e se enxerga como um fracasso. Mas somos todos um pouco de confusos. Jesus é especialista em usar pessoas que são um pouco confusas”, pontua, valorizando os voluntários de ministérios infantis.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Entenda o conflito entre Israel e Palestinos e sua importância para os cristãos do ponto de vista teológico

Entenda o conflito entre Israel e Palestinos e sua importância para os cristãos do ponto de vista teológico
A atual crise na Faixa de Gaza, entre o grupo Hamas e o governo de Israel está sob uma trégua, acertada em acordo feito por ambas as partes na noite de quarta-feira, 21/11. O acordo, mediado pelo governo dos Estados Unidos, encerrou uma sequência de oito dias de ataques de ambos os lados.
O recente conflito se iniciou após uma ação do exército israelense próximo aos territórios palestinos na região, e despertou especulações por parte de lideranças evangélicas e teólogos a respeito de um significado maior em termos de profecias bíblicas.
A Redação do Gospel+ entrou em contato com o teólogo Alexandre Milhoranza para expor as nuances teológicas do conflito e esclarecer pontos importantes para a compreensão do assunto.
Segundo Milhoranza, “o conflito árabe-israelense reacende a antiga visão de Israel, como povo escolhido de Deus, na consumação final do Reino de Deus na terra. Esta é uma visão herdada equivocadamente do Antigo Testamento”, introduz o teólogo, que explica seu conceito: “Digo equivocadamente pois no Antigo Testamento não há o conceito do estabelecimento do Reino de Deus, pois este está sempre presente (Sl. 103:19; Sl. 145:11-13). No Antigo Testamento, Deus é o soberano da criação com domínio irrestrito sobre tudo e sobre todos, de acordo com a visão hebraica”.
Com o Novo Testamento, inicia-se uma nova fase, que embora não seja alvo de muitas discordâncias na análise teológica, representa aspectos importantes para a compreensão a partir do ponto de vista bíblico: “No Novo Testamento vemos João Batista anunciando a vinda iminente do Reino de Deus. Este inclusive foi o tema central da pregação de Jesus, que o anunciava como uma realidade presente e manifestada em sua própria pessoa e nos milagres realizados por ele. Estes podem ser considerados aspectos já presentes na realidade do Reino de Deus e, até aqui, não há tantas controvérsias sobre este assunto. Este é o chamado “já” na teologia sobre o Reino de Deus”, explica Alexandre Milhoranza.
As controvérsias surgem com a interpretação apenas em sentido literal das profecias: “O problema surge quando consideramos os aspectos futuros do estabelecimento do Reino de Deus, o famoso “ainda não”. Neste ponto muitos se dividem entre associar, ou não, a Igreja com Israel e suas promessas. O grande problema de algumas linhas teológicas é interpretar as profecias, especialmente as de Apocalipse, num sentido estritamente literal. Neste ponto há uma distinção radical entre Israel e a Igreja, forçando o cumprimento literal de todas as profecias do Antigo Testamento sobre Israel”, diz o teólogo, dando dimensão da complexidade do assunto.
Para Milhoranza, essa linha de pensamento é falha e mantém seus adeptos reféns de cálculos que geram especulações sobre os sinais dos tempos e consequentemente, a respeito da volta de Cristo: “É aqui, que esta linha de interpretação ao meu ver falha, pois nem os apóstolos interpretaram as profecias do Antigo Testamento literalmente. Os teólogos que são adeptos dessa teoria ficam escravos dos cálculos históricos e qualquer acontecimento político no Oriente Médio torna-se motivo para mais especulações escatológicas. Não creio que deva ser este a razão de ser da Igreja, mas fazer como o próprio Jesus afirmou: ‘O reino de Deus é chegado a vós’”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Papa Bento XVI afirma que calendário cristão e data do nascimento de Jesus estão errados em vários anos

Papa Bento XVI afirma que calendário cristão e data do nascimento de Jesus estão errados em vários anos
O calendário cristão, que é baseado no ano de nascimento de Jesus, estaria atrasado devido a um erro de cálculo, afirmou o Papa Bento XVI.
As declarações estão na série de livros com três volumes chamada “L’Infanzia di Gesu”, escrito pelo próprio Bento XVI e editado pela Casa Publicadora do Vaticano em parceria com a editora Publicações Rizzoli.
-O cálculo do início do nosso calendário – baseado no nascimento de Jesus – foi feito por Dionysius Exiguus, que cometeu um erro em seus cálculos por diversos anos – escreveu Bento XVI, de acordo com informações do Daily Mail.
Entretanto, essas não são as únicas afirmações polêmicas publicadas na trilogia de livros. Bento XVI também afirma que não haviam animais no presépio onde Maria deu à luz Jesus, e justifica dizendo que a Bíblia não menciona isso, e que os anjos nunca cantaram para os pastores anunciando o nascimento de Jesus.
O livro deverá ser lançado em inglês em breve, com o título “Jesus of Nazareth: The Infancy Narratives” (em tradução livre: Jesus de Nazaré: Narrativas de Sua Infância).

Bispo Macedo crítica aproximação da Globo com evangélicos e reafirma que meta da Record é a liderança: “Vamos arrebentar”

Bispo Macedo crítica aproximação da Globo com evangélicos e reafirma que meta da Record é a liderança: “Vamos arrebentar”
O bispo Edir Macedo concedeu uma entrevista à revista IstoÉ e falou sobre a perseguição à Igreja Universal do Reino de Deus por parte da cúpula da Igreja Católica, os destinos da denominação e da TV Record, sua relação com a presidente Dilma Rousseff e seu desapego ao dinheiro.
Para Macedo, o que incomoda os opositores da Universal é “a perda de espaço e privilégios” de setores como a Igreja Católica e da TV Globo, por exemplo.
Na entrevista, o bispo questionou as intenções da emissora da família Marinho em relação aos evangélicos: “Há um claro preconceito por trás disso. Uma postura agressiva velada. Ou alguém duvida que a Globo só me ataca e ataca a Igreja Universal por causa da Record? Para eles, a Record é uma ameaça. Naquele tempo da minha prisão, por exemplo, houve um escândalo sem precedentes na televisão de que pouca gente lembra. A Globo teve a petulância de colocar, em uma cena de novela, uma atriz, prestes a ter relações sexuais, jogando o sutiã em cima da ‘Bíblia Sagrada’. Você tem ideia do que isso significa? Uma afronta ao símbolo maior da fé cristã. A ‘Bíblia’ não é um livro sagrado apenas da Igreja Universal, mas de todos os cristãos. E o que aconteceu? Nada! Muita gente aplaudiu, achou bonito. Em outro país, essa emissora de tevê não passaria sem punição. E agora, vários anos depois, essa mesma emissora quer patrocinar eventos de música gospel? Dá para acreditar nas intenções dessa empresa? Estranho, não é?”.
Edir Macedo afirmou ainda que não se intromete na administração da TV Record, que às vezes é surpreendido por uma estreia de programa, e que algumas de suas sugestões aos dirigentes contratados são descartadas.
O bispo também revelou não ter residência fixa devido às suas muitas viagens pelo mundo para acompanhar o crescimento da Universal, e que vive com a ajuda de custo oferecida pela igreja e os vencimentos que recebe por seus direitos autorais. Edir Macedo disse não receber nada da TV Record, embora a emissora seja a única empresa em seu nome: “Todo o lucro é reinvestido na própria Record. Ela está aí para crescer e conquistar um espaço ainda maior”.
Segundo Edir Macedo, os planos são de crescimento e expansão em todo o Brasil: “Nosso foco está bem definido. Vamos chegar lá. Vamos arrebentar”.
Confira abaixo, a íntegra da entrevista concedida pelo bispo Edir Macedo à revista IstoÉ:
Edir Macedo estava no apartamento de aproximadamente 200 metros quadrados no último andar do prédio da Igreja Universal do Reino de Deus, na avenida João Dias, em São Paulo, quando soube que o lançamento de sua autobiografia “Nada a Perder”, na Argentina, fora um sucesso (leia reportagem à pág. 68). Na sequência, Macedo foi informado de que o livro também será traduzido para o francês e imediatamente começou a procurar data na agenda para promover um lançamento em Paris no início do próximo ano. Foi no embalo dessas notícias que, no domingo 18, sentado no sofá da sala do imóvel que costuma ocupar quando está em São Paulo, Edir Macedo concedeu entrevista exclusiva à ISTOÉ. Nos últimos sete anos, é a primeira entrevista do bispo a um meio de comunicação que não pertence a ele. Aos 67 anos, o líder da IURD e dono da Rede Record entende que ainda é tratado como o chefe de uma seita pela cúpula católica. Ele relata o último encontro que teve com a presidenta Dilma Rousseff, afirma que milagres continuam a ocorrer em seus templos e se mostra emocionado quando faz referência às pessoas que conseguem encontrar na Universal um novo caminho para suas vidas.
Como é sua rotina? Por que o sr. não mora no Brasil?
Não tenho uma rotina definida. Dedico cem por cento do meu tempo às questões espirituais da Igreja Universal do Reino de Deus em todo o mundo. Não exerço uma profissão ou um cargo executivo, exerço uma missão de fé que tem como único objetivo pregar o Evangelho. Isso exige certos sacrifícios, como, por exemplo, não ter uma residência fixa. Viajo os continentes, o máximo que posso, para ensinar o que temos recebido de Deus aos pastores e ao nosso povo. Em quase todos os países, moro em apartamentos construídos no prédio da Igreja. Minha vida se resume ao altar e ao convívio com minha esposa, Ester.
O sr. é um homem rico?
Vivo da ajuda de custo da Igreja e dos direitos autorais. A Igreja Universal não é patrocinada pelo governo ou por qualquer iniciativa privada. Temos despesas para pagar. Aluguéis, reformas e construções de centenas de templos, contas milionárias de luz e água, ajuda de custo de milhares de pastores, mais de 5.800 funcionários registrados etc., etc… Quem paga tudo isso? O dinheiro não cai do céu. É Deus quem dá o sustento para a Sua Igreja abençoando a vida das pessoas. Quanto mais elas recebem, mais elas nos ajudam a investir no Evangelho. E mais: nunca recebi nenhuma remuneração da Record, nem como pró-labore ou como ganho de lucros, conforme demonstrado nos balanços da emissora, registrados na Junta Comercial. Todo o lucro é reinvestido na própria Record. Ela está aí para crescer e conquistar um espaço ainda maior.
Além da Record, o sr. possui empresas em outros ramos?
Tenho em meu nome a Record, mas meu prazer mesmo é pregar o Evangelho.
O bispo Edir Macedo consegue se distanciar do empresário das comunicações Edir Macedo?
Deixo os negócios sob responsabilidade dos profissionais contratados para tocarem o dia a dia da Record, por isso não me considero um empresário. Não tenho riqueza maior na vida do que a minha fé. O nome do meu livro não é uma mera expressão literária. Não tenho nada a perder. E isso é um recado claro e direto a quem interessar.
Logo no início do livro o sr. diz que, no momento de sua prisão, políticos de prestígio, empresários, juízes e desembargadores tomavam decisões sob a influência do alto comando católico. Quais eram os políticos e juízes que agiam sob influência da cúpula católica?
A Igreja Universal foi e continua sendo atacada. Isso não acabou. Somos sempre alvo de certos setores da sociedade incomodados com a perda de espaço e privilégios, como a Globo e o Vaticano. Há um claro preconceito por trás disso. Uma postura agressiva velada. Ou alguém duvida que a Globo só me ataca e ataca a Igreja Universal por causa da Record? Para eles, a Record é uma ameaça. Naquele tempo da minha prisão, por exemplo, houve um escândalo sem precedentes na televisão de que pouca gente lembra. A Globo teve a petulância de colocar, em uma cena de novela, uma atriz, prestes a ter relações sexuais, jogando o sutiã em cima da “Bíblia Sagrada”. Você tem ideia do que isso significa? Uma afronta ao símbolo maior da fé cristã. A “Bíblia” não é um livro sagrado apenas da Igreja Universal, mas de todos os cristãos. E o que aconteceu? Nada! Muita gente aplaudiu, achou bonito. Em outro país, essa emissora de tevê não passaria sem punição. E agora, vários anos depois, essa mesma emissora quer patrocinar eventos de música gospel? Dá para acreditar nas intenções dessa empresa? Estranho, não é?
A relação dos líderes católicos com a Universal mudou de lá para cá? E com o Judiciário?
Não temos relação com esse segmento religioso (os católicos) porque eles ainda nos consideram como seita. Não temos nada contra o povo católico, em sua enorme maioria formada por gente sincera e de bem. Depois de 35 anos, apesar do trabalho social e espiritual desenvolvido pela Igreja Universal, ainda somos tratados com preconceito, mas vamos em frente, vamos arrebentar de qualquer maneira. Sempre foi assim. Sobre os membros do Judiciário, penso completamente diferente. Tenho uma avaliação extremamente positiva do nosso Judiciário. Confio muito no senso de justiça e independência da classe de magistrados do nosso país.
Como o sr. se relaciona com a presidenta Dilma Rousseff? E com os ex-presidentes Sarney, Collor, Fernando Henrique e Lula?
Ao longo dos últimos anos tivemos alguns encontros com a presidenta Dilma, por quem tenho profundo respeito. O último encontro aconteceu em Londres, durante os Jogos Olímpicos. Procuramos mostrar a ela e aos demais ministros que a democracia nos meios de comunicação, principalmente na televisão, é o melhor caminho para o Brasil. Alertei a presidenta Dilma que o monopólio nas comunicações é um caminho perigoso para o País. Também tivemos algum relacionamento com os demais presidentes brasileiros e diversas autoridades de outros países. Mais isso vou detalhar no volume dois do meu livro de memórias.
O sr. é bem tratado pelos agentes do poder?
Todos nos tratam com consideração pelo trabalho de recuperação social que a Igreja Universal realiza junto às mais variadas classes sociais. Quantos bilhões os governos economizam com o atendimento espiritual proporcionado pela Igreja Universal? Quando alguém vence uma crise crônica de depressão ou supera o vício das drogas, por exemplo, quanto o sistema de saúde público economiza? Imagine esse efeito multiplicado aos milhões.
Estudiosos das igrejas neopentecostais têm pesquisas mostrando que os fiéis costumam fazer um rodízio entre as inúmeras denominações. A Universal seria a preferida daqueles que passam por problemas financeiros. Isso é real?
A Igreja Universal é um pronto-socorro espiritual. Ela recebe gente que sofre com os mais variados males, entre eles dificuldades financeiras. Isso me faz lembrar uma importante reflexão. Se tanta gente chega arruinada e é enganada e explorada por nós, como dizem por aí, por que elas permanecem na Igreja Universal? O que é enganado, se deixaria enganar uma única vez e não voltaria nunca mais. Mas por que existem tantos templos lotados no Brasil? Por que existem tantos membros fiéis com décadas de Igreja? Como explicar esse crescimento em todo o mundo, acima de culturas, raças e idiomas? Não é o cumprimento da promessa do bispo Macedo na vida delas. É o cumprimento dos juramentos bíblicos.
Sociólogos são unânimes ao explicar o sucesso da Igreja Universal pela máxima de que em seus cultos sustenta-se que a felicidade plena deve ser alcançada e conquistada na vida presente. Então, no seu entender, como seria a vida eterna, a vida pós-morte?
Exatamente como a “Bíblia” ensina: salvação da alma para os que aceitam e praticam essa fé e condenação para os que não aceitam. Isso está escrito de maneira simples e objetiva. Acredita quem quer. O destino após a morte é definido pelas escolhas que o ser humano faz em vida. O céu e o inferno não são folclore. Aceitar o Senhor Jesus como seu Salvador é o único caminho da salvação eterna da alma. E essa é a maior riqueza de qualquer pessoa. Não existe bem maior do que a salvação da nossa alma.
A principal acusação que o levou à prisão foi a de charlatanismo, em razão de cultos em que havia exorcismo. Nos cultos realizados pelo padre Marcelo Rossi, por exemplo, também se diz que os dons do Espírito Santo são usados para a operação de milagres. O que o difere do padre Marcelo?
Não tenho a mínima ideia do que acontece em outros lugares. O fato é que a Igreja Universal baseia sua crença cem por cento nos ensinamentos da Palavra de Deus. E na “Bíblia” existem exemplos claros e incontestáveis da manifestação da fé através da realização de curas e da libertação espiritual. Temos milhares de histórias reais de pessoas que experimentaram esses milagres e podem atestar, nos dias de hoje, a veracidade das promessas cristãs. Mas o maior milagre é a conquista da fé inteligente, capaz de gerar uma mudança radical de comportamento, a transformação completa de pensamentos e de valores.
No livro, o sr. sugere que as perseguições contra a Universal aumentaram depois da compra da Record.
Como disse, o avanço da Record incomoda muita gente. Crescimento ainda maior da Record significa o fim do monopólio, dos mandos e desmandos de certos barões da mídia, de grupos religiosos conservadores contrários à prática da fé que ensina as pessoas a pensar livremente. São esses setores da sociedade que sempre nos atacaram. Muita gente me odeia sem ao menos me conhecer. Pessoas que nem sequer pararam para pensar mais a fundo sobre os princípios que defendemos. Eu só quero que elas pensem e não formem suas opiniões pelo que leem nos jornais ou veem na televisão. Eu sei que a tendência da maioria é ter uma opinião negativa sobre nós porque as pessoas sempre foram alimentadas pelas informações da mídia. Eu não as culpo. Desejo apenas que pensem. Só isso. Pensem.
O sr. interfere no dia a dia da Record? Tem conhecimento prévio do que vai ao ar?
Existe um comitê de gestão formado pela presidência, vice-presidências e algumas diretorias estratégicas que tomam as decisões no dia a dia da Record. Eles se reportam a mim, de tempos em tempos. São profissionais competentes que têm feito um ótimo trabalho e em quem depositamos nossa confiança. Muitas vezes sou surpreendido por uma estreia ou outra no ar. É claro que também dou minhas opiniões e sugestões, mas são muito raras. Algumas são reprovadas (risos) e outras aprovadas, como a produção de minisséries bíblicas, a exemplo de “Rei Davi”. Foi uma inovação importante para a televisão brasileira. O trabalho foi belíssimo, alcançou um excelente resultado de audiência e atingiu diferentes tipos de público. A determinação geral é seguirmos firmes na construção de uma emissora de tevê com programação diversificada e de qualidade, voltada para todos os brasileiros.
Quais os seus planos para o futuro da emissora, já que o mercado das comunicações passa por grande transição?
A Record tem um projeto de televisão em andamento. Não vivemos de um acerto pontual ou outro na programação. Construímos um departamento de jornalismo sólido e com credibilidade, uma fábrica de novelas própria com milhares de funcionários e um projeto comercial que conquistou a confiança dos anunciantes. O ano de 2013 será de grandes investimentos em nossa emissora. Nossa meta é a liderança, não importa o tempo que isso demore para acontecer. Nosso foco está bem definido. Vamos chegar lá. Vamos arrebentar.

sábado, 10 de novembro de 2012

1ª Noite da Festa de Aniversário da IAVA

UMA UNÇÃO PODEROSA DESCEU SOBRE NÓS NESTA NOITE

DEUS NOS DISSE QUE SEMPRE FLORESCEMOS QUANDO ESTAMOS NA PRESENÇA DELE

BISPOS DANIEL E ANA MAIS QUE AMIGOS - IRMÃOS DE VALOR

OLHA AI TURMA POSANDO PARA FOTOS

FOI UMA NOITE PODEROSA

OLHA AI OS HOMENS DE DEUS CLÁUDIO E GILSON

PASTORAS LÚCIA DALTRO E FERNANDA DO MANG BANGÚ

PASTORA NILCÍLIA MANG VALVERDE

MEU AMIGO BISPO DANIEL LOPES

HOJE CONTINUA A FESTA COMEÇA ÁS 19:30HS

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

“Não se deve ampliar a voz dos imbecis”, diz Gloria Perez sobre evangélicos que criticam “Salve Jorge”

“Não se deve ampliar a voz dos imbecis”, diz Gloria Perez sobre evangélicos que criticam “Salve Jorge”
A autora da novela global Salve Jorge, Glória Perez, afirmou em entrevista à colunista do jornal o Globo, Patrícia Kogut, que está satisfeita com os números de audiência alcançados pela produção e que não vê protestos de evangélicos contra o folhetim, e sim, interesses comerciais.
A novela causou polêmica devido ao título, Salve Jorge, que dentre as várias reclamações surgidas no meio evangélico, poderia ser uma menção ao santo católico ou a Ogum, entidade presente nas religiões afro-brasileiras.
No dia de sua estreia, a novela enfrentou protestos nas redes sociais, promovidos pelo Exército Universal, grupo ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, que é liderada pelo bispo Edir Macedo, proprietário da TV Record, concorrente da Globo.
-Não vejo protesto de evangélicos, o que vejo são interesses comerciais apelando para o fundamentalismo. E penso que, em casos assim, o pessoal da imprensa deveria seguir o sábio conselho do Millôr Fernandes: “Não se deve ampliar a voz dos imbecis” – afirmou a autora.
Para ela, as repercussões em torno da estreia de sua novela ajudaram na consolidação da atração: “Sinto que a novela pegou [...] Estreamos no primeiro dia de horário de verão, quando todo mundo se atrapalha com a hora, enfrentamos o horário político, e ainda assim chegamos aos 40 pontos em São Paulo (a média foi de 35 pontos). O segundo capítulo (teve 37) fez mais um gol: desde 1985, com ‘Roque Santeiro’, um segundo capítulo não bate a audiência do primeiro”, lembrou a autora.
Em meio aos protestos contra a novela, o pastor Márcio de Souza publicou um artigo criticando a “demonização” em torno da produção, e afirmou que o meio evangélico costuma supervalorizar coisas sem importância: “Coamos um mosquito, mas engolimos um camelo”.

Pesquisa revela que maioria dos brasileiros são contra a liberação do aborto no Novo Código Penal

Pesquisa revela que maioria dos brasileiros são contra a liberação do aborto no Novo Código Penal
Uma pesquisa promovida pelo DataSenado, instituto de pesquisas do Senado Federal constatou que a maioria dos brasileiros é contra a legalização do aborto e das drogas, além de outras questões sociais polêmicas, como aumento do tempo de pena para condenados e diminuição da maioridade penal.
O levantamento ouviu 1.232 pessoas de 119 cidades brasileiras, e foi realizado para subsidiar o debate em torno do novo Código Penal no Congresso Nacional.
Entre os assuntos abordados na pesquisa, 51% acreditam que a decisão em relação à ortotanásia, termo usado pelos médicos para se referir à interrupção do tratamento para pacientes terminais, deve ser realizada pela família.
Sobre o uso drogas, a maioria absoluta das pessoas entrevistadas, 89%, afirmaram que a lei deve considerar crime o cultivo e o porte de drogas para consumo próprio.
A mesma pesquisa revelou também que em geral, o brasileiro entende que discriminações a partir de fobia devam ser consideradas crime: 85% são favoráveis a punições por xenofobia e 70% acreditam que pessoas que maltratarem homossexuais devam ser processadas.
Para a maioridade penal, a pesquisa constatou que 35% dos entrevistados acreditam que a partir dos 16 anos de idade, a pessoa que cometer um crime deve ser julgada como adulto.
O tempo máximo de permanência na cadeia de pessoas condenadas, que hoje é de 30 anos, deve ser aumentado para 50 anos, na opinião de 36% das pessoas ouvidas pela pesquisa. 70% acreditam que presos que trabalham na cadeia devam receber o benefício da redução da pena.
Um dos temas mais polêmicos, o aborto, é na visão de 82% dos entrevistados, algo que deve ser proibido para casos em que a gravidez é indesejada, como por exemplo, fruto de uma relação sexual sem compromisso.
Recentemente o Supremo Tribunal Federal decidiu pela descriminalização da interrupção terapêutica do parto em casos de fetos com anencefalia. O caso ficou conhecido como “aborto de anencéfalos” e causou grandes protestos de líderes cristãos em todo o Brasil.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Deputado apresenta projeto de lei que proíbe interferências do governo em pregações contra o homossexualismo nas igrejas. Confira

Deputado apresenta projeto de lei que proíbe interferências do governo em pregações contra o homossexualismo nas igrejas. Confira
A luta pela liberdade de expressão, fé, crença e culto, direitos garantidos em diferentes pontos da Constituição Federal pode ganhar um novo reforço, em forma de lei, caso o Projeto de Lei 4500/2012, de autoria do deputado federal Victório Galli (PMDB-MT) seja aprovado.
Victório Galli propõe que instituições religiosas tenham liberdade e imunidade para expressar opiniões e doutrinas a respeito da sexualidade, livre de preocupações legais. A ideia do projeto é manter as igrejas livres de interferência do governo ou de grupos sociais com bandeiras específicas, como o movimento homossexual, por exemplo.
O texto do projeto menciona a “livre manifestação de pensamento” garantida na Constituição de 1988, e afirma que os princípios religiosos devem ser respeitados: “Busca-se com esta proposta assegurar também o direito de líderes religiosos de qualquer denominação de professarem, nos púlpitos ou em outro lugar, a doutrina de sua igreja, conforme os textos sagrados pertinentes a sua religião”, frisa o PL 4500/2012.
Antes de assumir a vaga na Câmara dos Deputados, deixada por Carlos Bezerra (PMDB-MT), Victório Galli era o terceiro suplente e ocupava um cargo de assessor especial da Casa Civil. Devido a acordos políticos e recusa de um dos suplentes em assumir a vaga, Galli tomou posse como deputado federal.
Confira abaixo a íntegra do Projeto de Lei 4500/2012:
Acresce inciso IV ao art. 142 do Decreto-Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940 e garante  a liberdade de expressão religiosa.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei garante a liberdade de expressão religiosa quanto a questões envolvendo a sexualidade.
Art. 2º Qualquer pessoa, em virtude de crenças religiosas, poderá expressar sua opinião sobre temas relativos à sexualidade.
Art. 3º Os líderes religiosos de qualquer denominação poderão ensinar a doutrina professada pela sua igreja quanto à sexualidade, de acordo com os textos sagrados por ela adotados.
Art. 4º Fica acrescido o inciso IV ao art. 142 do Decret0-
Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940, com a seguinte redação:
“Art. 142………………………………………………………………….
……………………………………………………………………………… IV  – a manifestação de crença religiosa, em qualquer modalidade, acerca da sexualidade…………………………………………………………………………..”
Art. 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
O objetivo desta proposta é garantir o direito constitucional de livre manifestação do pensamento, nos termos consagrados no art. 5º, IV e V, da Constituição Federal.
Esses incisos garantem, não apenas a liberdade de manifestação do pensamento, como também asseguram a inviolabilidade da liberdade de consciência e de crença, do que decorre o livre exercício de culto religioso e a proteção dos locais de culto e suas liturgias.
Esse direito constitui cláusula pétrea, não podendo ser restringido nem mesmo por meio de proposta de Emenda à Constituição, conforme preceitua o seu art. 60, § 4º, inciso IV, já que envolve direitos e garantias individuais.
Em acréscimo a esse argumento, o art. 19, inciso I, da Constituição Federal também veda à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios “estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência  ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público.” (grito nosso)
O cerceamento da liberdade  de expressão durante a realização dos cultos representaria interferência indevida do poder público na atividade das igrejas, impedindo o pleno funcionamento dessas cerimônias e rituais religiosos, em ostensiva violação do mandamento constitucional.
Além do direito de livre manifestação do pensamento garantido a qualquer do povo, busca-se com esta proposta assegurar também o direito de líderes religiosos de qualquer denominação de professarem, nos púlpitos ou em outro lugar, a doutrina de sua igreja, conforme os textos sagrados pertinentes a sua religião.
Essa regra decorre do art. 5º, inciso VI, da Constituição Federal, segundo o qual “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e sua liturgias”.3
Assim, a doutrina da igreja não pode ser condicionada ou patrulhada pelo Estado nem por qualquer outro grupo social, devendo-se respeitar a liberdade de crença, o que envolve o direito de professar livremente os ensinamentos dos textos sagrados  seguidos pelas diversas  denominações religiosas.
Não se pode também considerar injúria ou difamação a manifestação de crença religiosa acerca de questões envolvendo a sexualidade,  tendo em vista os ensinamentos doutrinários decorrentes de textos religiosos adotados pelas diversas profissões de fé.
Esta proposição visa, portanto, assegurar os direitos e garantias individuais estabelecidos pela Constituição Federal no que diz respeito à liberdade de consciência e de crença.
Sala das Sessões, em         de                         de 2012.
Deputado VICTÓRIO GALLI