IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE
2017 Ano da Paternidade

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TERÇA FEIRA , AS 14 HORAS - PLENÁRIO 3 - SENADO. ATENÇÃO EVANGELICOS DE BRASÍLIA E DE TODO ENTORNO - QUERO VÊ-LOS AMANHÃ LÁ. POR FAVOR ESPALHEM URGÊNTE ESSE CHAMADO.

ATENÇÃO AMADOS , EM MANOBRA SORDIDA ESTÃO TENTANDO  NOS TIRAR ESSE DIREITO , MAS TERÇA 14 HORAS - VAMOS INVADIR O PLENÁRIO 3  DO  SENADO. ATENÇÃO EVANGELICOS DE BRASÍLIA  E DE TODO ENTORNO - NOS ENCONTRAMOS LÁ AMANHA .
ATENÇÃO EVANGELICOS DO BRASIL - VAMOS RUMAR A BRASILIA - AMANHA PRECISAMOS ESTAR LÁ SEM FALTA.
POIS OS GAYS ESTARÃO EM PESO .
DEVEMOS NOS UNIR E DIZER NÃO A PL 122/06

Diga NÃO ao PL 122/2006


"Não somos nós, líderes religiosos quem estamos dizendo, mas a própria constituição: Constituição Federal, Artigo 226, parágrafo 3º: 'Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento'. Se o PL122/2006 não apresentar mudanças, este será inconstitucional. Família não se forma por 2 pessoas, mas se forma exatamente por HOMEM e MULHER. Além de quererem legalizar o casamento homossexual, ainda querem punir aqueles que criticam o ato homossexual. Tantas coisas mais importantes que poderiam estar sendo feitas para o bem comum, mas... Lembro que condenar o homessexual é uma coisa, já condenar o homossexualismo é outra. Temos nossas liberdades para expor nossas idéias ou não? Somos livres perante a lei ou não?", disse Adriano.

Antes de fazer qualquer comentário, é importante frisar que uma coisa é criticar conduta, outra é discriminar pessoas. No Brasil, pode-se criticar o Presidente da República, o Judiciário, o Legislativo, os católicos, os evangélicos, mas, se criticamos a prática homossexual, logo somos rotulados de homofóbicos. Na verdade, o PL-122 é contra o artigo 5º da Constituição, porque o projeto de lei quer criminalizar a opinião, bem como a liberdade religiosa. 


Vejamos alguns artigos deste PL: 

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Artigo 1º: Serão punidos na forma desta lei os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gêneros. 

Comentário: Eles tentam se escorar na questão de raça e religião para se beneficiar. O perigo do artigo 1º é a livre orientação sexual. Esta é a primeira porta para a pedofilia. É bom ressaltar que o homossexualismo é comportamental, ninguém nasce homossexual; este é um comportamento como tantos outros do ser humano. 

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Artigo 4º: Praticar o empregador, ou seu preposto, atos de dispensa direta ou indireta. Pena: reclusão de 2 a 5 anos. 

Comentário: Não serão os pais que vão determinar a educação dos filhos — porque se os pais descobrirem que a babá dos seus filhos é homossexual, e eles não quiserem que seus filhos sejam orientados por um homossexual, poderão ir para a cadeia. 

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Artigo 8º-A: Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no artigo 1º desta lei. Pena: reclusão de dois a cinco anos. 

Comentário: Isto significa dizer que se um pastor, ou padre, ou diretor de escola — que por questões de princípios — não queira que no pátio da igreja, ou escola haja manifestações de afetividade, irão para a cadeia. 

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Artigo 8º-B: Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs. Pena: reclusão de dois a cinco anos. 

Comentário: O princípio do comentário é o mesmo que o do anterior, com um agravante: a preferência agora é dos homossexuais; nós, míseros heterossexuais, podemos também ter direito à livre expressão, depois que é garantida aos homossexuais. O parágrafo do artigo que vamos comentar a seguir "constituiu efeito de condenação". 

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Artigo 16º, parágrafo 5º: O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. 

Comentário: Aqui está o ápice do absurdo: o que é ação constrangedora, intimidatória, de ordem moral, ética, filosófica e psicológica? Com este parágrafo a Bíblia vira um livro homofóbico, pois qualquer homossexual poderá reivindicar que se sente constrangido, intimidado pelos capítulos da Bíblia que condenam a prática homossexual. É a ditadura da minoria querendo colocar a mordaça na maioria. O Brasil é formado por 90% de cristãos. Não queremos impedir ou cercear ninguém que tenha a prática homossexual, mas não pode haver lei que impeça a liberdade de expressão e religiosa que são garantidas no Artigo 5º da Constituição brasileira. Para qualquer violência que se cometa contra o homossexual está prevista, em lei, reparação a ele; bem como assim está para os heterossexuais. A PL-122 não tem nada a ver com a defesa do homossexual, mas, sim, quer criminalizar os contrários à prática homossexual — e fazem isso escorados na questão do racismo e da religião.


Querem calar nossas vozes, mas não permitemos, pois "Nada podemos contra a verdade se não pela verdade" IICor 13:8. Exerçamos nossos direitos e não deixemos de viver a nossa fé. Tenhamos convicção naquilo que cremos e pregamos, sejamos convictos naquilo que a própria Palavra de Deus (a Bíblia) nos ensina.

"Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames; porque até as mulheres mudaram o modo natural de suas relações íntimas por outro, contrário à natureza; semelhantemente, os homens também, deixando o contacto natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro" (Romanos 1:26-27).

Rede de Jovens Sambe e Adore! foi muito bom!












Vídeo: Missionário desabafa e desafia pregadores da TV a levarem o “evangelho falso da prosperidade” ao sertão

Junto a uma ossada, o Missionário Claudio Pimenta gravou um protesto bastante contundente, e convidou os Pastores que pregam na TV a conhecerem a realidade das cidades mais pobres do sertão brasileiro.
“Esse vídeo é um desabafo. Eu queria convidar os senhores evangelistas da TV, que estão nas grandes metrópoles, cidades com maiores índices de desenvolvimento humano, para virem pregar o evangelho falso da prosperidade nessa região, uma terra em que urubu morre de fome e só missionário compromissado com o Reino dos céus sobrevive”, declara o Missionário.
Ironizando a prática recorrente nas igrejas neopentecostais, o Missionário pede para que os pregadores da televisão visitem a região assolada pela seca e pobreza para que levem as riquezas mencionadas em suas pregações ao local: “Eu faço um apelo a vocês: se quiserem conhecer essa região, uma das localidades menos evangelizadas do Brasil, já que tudo que vocês tocam vira ouro podem vir aqui, transformar a vida desse povo. Aí sim, nós vamos dar credibilidade ao falso evangelho da falsa prosperidade”.
Citando passagens bíblicas em que o cristão é exortado a viver com o básico, como roupas e alimento, ele desafia novamente os pregadores da teologia da prosperidade. “Quero ver você, pregador da TV, pregar o evangelho da prosperidade na favela da Rocinha, ou no sertão do Ceará ou do Piauí, nas regiões menos evangelizadas, com pobreza extrema, onde as pessoas vivem com bolsas do governo federal, R$ 90, R$ 130, R$ 160 por mês. Quero ver vocês construírem suas catedrais, comprarem aviões, viverem luxuosamente, num lugar como esse” desafia Pimenta.
O Missionário encerra seu desabafo convidando os líderes cristãos a uma reflexão: “Fica aqui o meu apelo: usem o dinheiro que vocês estão gastando na compra de jatinhos, mansões, ternos de R$ 10 a R$ 2o mil e relógios caros, para pregar o evangelho e abrir igrejas nas cidades de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano, que é estabelecido pela ONU – quanto menor, maior a pobreza) do Brasil, nas cidades mais miseráveis desse país. Aí sim, vocês estarão cumprindo o mandamento de Cristo”.
Assista ao vídeo na íntegra:

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Deputado Marco Feliciano discursa contra “conspiração” do Movimento LGBT e convoca lideranças cristãs para se “sacrificar pelas gerações futuras”

O Pastor e Deputado Marco Feliciano fez um discurso inflamado na tribuna da Câmara dos Deputados, contra o que chamou de “conspiração da militância LGBTT” contra a família.
No discurso, Feliciano convocou os deputados que fazem parte da Bancada Evangélica e os membros da Bancada Católica para se juntarem, superando as barreiras interdenominacionais, para fazer um sacrifício em prol dos valores cristãos, segundo informações disponibilizadas no site da Câmara dos Deputados.
“Sacrifiquem o conforto (pois falar deste assunto trás desconforto), sacrifiquem se preciso for, seus votos, e se preciso for, sacrifiquem até seus mandatos pelos nossos filhos e gerações futuras”, afirmou o Deputado.
Em seu discurso, Marco Feliciano se dirige aos membros do movimento LGBTT afirmando que são estrategistas: “Sou obrigado a tirar o chapéu pela estratégia, força e apoiamentos que possui e pelos respaldados diante das iniciativas baseadas nos altos ideais dos direitos humanos, não à violência e sim à cidadania e, por meio disso, conseguiu notoriedade, espaço privilegiado em relação ao Governo, aos intelectuais, artistas e mídia em geral”.
Em uma severa crítica ao poder judiciário, o Pastor condenou a atitude dos Ministros do Superior Tribunal Federal, que no entender dele, legislaram ao instituir a união estável entre pessoas do mesmo sexo, e citou o exemplo do Poder Judiciário francês, que optou por abster-se do debate e de decisões relativas ao assunto, declarando “que tal assunto era de competência do Parlamento, afinal o Parlamento foi eleito pelo povo e o povo é soberano”.
Marco Feliciano citou ainda todos os requerimentos que o movimento LGBTT fez através de seus representantes no Poder Legislativo, que incluem diversas cotas sociais, fiscalização da mídia e proibição de piadas contra homossexuais, classificação da Bíblia como conteúdo inadequado para as crianças, dentre outras.
Citando diversos líderes cristãos, reforçou seu pedido de união interdenominacional em torno da defesa “dos bons costumes”. “Fico Imaginando uma reunião com todos estes guerreiros, onde com uma visão, uma determinação, e liderança, poderemos resgatar as diretrizes do moral, do ético, dos bons costumes e mais, mostrar que pela Familia Brasileira quebramos as barreiras interdenominacionais. Estes homens e mulheres juntos, podem mobilizar 95% da população brasileira! Ainda da tempo. É possível!”, conclamou o Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano.
Confira a lista de líderes citados pelo Pastor durante o discurso:

Pr. José Wellington Bezerra da Costa, Presidente da CGADB;
Bispo Manoel Ferreira, Presidente da Assembléia de Deus de Madureira;
Pr. Dr. Samuel Ferreira, Presidente da AD Bras;
Pr. Dr. Abner Ferreira, Presidente da AD Madureira RJ;
Pr. Silas Malafaia, Presidente da AD Vitoria em Cristo;
Pr. Jabes de Alencar, Presidente do Conselho de Pastores de SP e AD Bom Retiro;
Pr. Samuel Camara, Lider da AD Belem e Presidente da Rede de Comunicação Boas Novas;
Missionário R. R. Soares, Lider da Igreja da Graça;
Apóstolo Valdemiro Santiago, Lider da Igreja Mundial do Poder de Deus;
Apóstolo Rene Terra Nova, ministério Internacional da Restauração;
Apóstola Valnice Milhomens, líder da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo;
Apóstolo Marcio Valadão, da Batista da Lagoinha;
Pr. Jorge Linhares, da Batista do Getsemani;
Pr. e Deputado Mario de Oliveira, Lider da Igreja do Evangelho Quadrangular;
Pr. Cesino Bernardino, presidente dos Gidões Missionários da Ultima Hora;
Pr. Reuel Bernardino, vice presidente dosGideões Missionários da Ultima Hora;
Apóstolo Estevam Hernandes e Bispa Sonia Hernandes da Igreja Renascer;
Bispo Robson Rodovalho, da igreja Sara Nossa Terra;
Pr. Fad Farad, Lider do Ministerio da Fé;
Apóstolo Ezequiel Teixeira, Lider da igreja de Vida Nova de Iraja;
Pr. Marcos Gregório, Lider do Ministério Apascentar;
Pr. Simonton, Lider da Comunidade Praia da Costa;
Apóstolo Cesar Augusto, da igreja Fonte da Vida;
Apóstolo Sinomar, Lider da Igreja luz para os povos;
Apóstolo Doriel, líder da Casa da Benção;
Pr. Aguiar Valvassoura, líder da Igreja do Nazareno;
Pr. Aloisio Silva, líder da Igreja Videira em Goiania;
Bispo Macedo, líder da Igreja Uiversal do Reino de Deus;
Pastores Custódio Rangel e Altomir, lideres da ADHONEP,
Bispo João Carlos Lopes – Presidente do Colégio Episcopal Metodista;
Rev. Obedis Ferreira da Cunha Jr. – Pr. Titular da Igr. Presbiteriana Nacional;
Rev. Roberto Brasileiro Silva – Pres. Da Igr. Presbiteriana do Brasil;
Pr. José Carlos da Silva – Pres. Da Convenção Batista Nacional;
Pr. Egon Kopereck – Pres. Da Igr. Evangélica Luterana do Brasil;
Pastores: Junior de Souza; Paulo Marcelo; Napoleão Falcão; Abilio Santana; Geziel Gomes; Adeildo Costa; Carvalho Junior; Aldery Nelson; Yossef Akiva; Gilmar Santos; Gilvan Rodrigues, pregadores das grandes massas e formadores de opinião;
a todos os conselhos de pastores do Brasil, bem como todas as denominações evangélicas, pentecostais, neo pentecostais, ortodoxos, carismáticos, históricos, todos os pastores e obreiros;
Rev. Adail Carvalho Sandoval, presidente Sociedade Biblica do Brasil;
Dom Raimundo Damasceno – Presidente da CNBB –Conferencia nacional dos Bispos do Brasil,
Dom Odilio Scherer, Arcebispo de São Paulo;
Pe. Jonas Abibe, Presidente da TV Canção Nova;
Conselho Episcopal da Igreja Católica e todas as suas circunscrições Eclesiasticas; seus bispos, cardeais, bispos, arcebispos, padres, presbíteros e diáconos e todos os religiosos e religiosas
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Apóstolos: confira lista dos 10 líderes cristãos mais influentes que foram consagrados ao apostolado no Brasil

Com a ascensão do neopentecostalismo, uma característica que a igreja evangélica brasileira adotou foi a consagração de grandes líderes a apóstolos, e cada um deles possui uma “visão” diferenciada para seus ministérios. Embora igrejas protestantes mais tradicionais não abracem essa prática, as igrejas que mais crescem no Brasil possuem estreita relação com esses líderes.
Confira uma lista com os dez apóstolos mais famosos do Brasil e fatos marcantes ligados a seus ministérios. A lista abaixo não está ordenada por ordem de fama.

Estevam Hernandes

Fundador da Igreja Apostólica Renascer em Cristo (1986), Estevam foi gerente de marketing de empresas multinacionais antes do ministério. Casado com a Bispa Sônia Hernandes, o casal passou por várias igrejas antes de decidirem fundar a Renascer. Consagrado a Bispo em 1994, foi elevado ao patamar de Apóstolo em 1995, em uma Conferência Profética realizada no templo-sede da Renascer. Estevam coordena diversas instituições ligadas à Renascer, como a Rede Gospel e a Fundação Renascer, além de apresentar programas de TV, escrever livros, compor músicas e praticar um hobby: tocar saxofone. Em 2005, o Apóstolo Estevam Hernandes fundou a CIEAB (Confederação de Igrejas Evangélicas Apostólicas do Brasil). Outra marca importante em seu ministério foi a implantação no Brasil da Marcha para Jesus. O fato mais polêmico envolvendo Hernandes foi sua prisão nos Estados Unidos em 2007, por entrar com 56 mil dólares não declarados, escondidos em uma Bíblia.

Valdemiro Santiago

Ex- Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, fundou a Igreja Mundial do Poder de Deus em 1998, após desavenças com o Bispo Edir Macedo. Valdemiro, antes de se desligar da IURD, era cotado como sucessor do líder da Universal. É casado com a Bispa Franciléia Oliveira, escritor, apresentador de TV, cantor e Presidente da TV Igreja Mundial. Atualmente, o Apóstolo Valdemiro Santiago é o pregador evangélico com mais horário na televisão.

Renê Terra Nova

Fundador e Presidente do Ministério Internacional da Restauração (MIR), é Apóstolo do Brasil e das Nações e Patriarca da Visão Celular no Modelo dos 12. Terra Nova era Pastor Batista na Igreja Batista Memorial em Manaus, e fundou a Primeira Igreja Batista da Restauração. É casado com a Apóstola Ana Marita Nogueira Terra Nova, e foi ungido em 2001, na mesma cerimônia que consagrou o Pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha. Junto com Valnice Milhomens, é um dos responsáveis pela implantação do modelo dos 12 no Brasil, e em 2002 foi nomeado presidente da Embaixada Cristã Internacional em Jerusalém para o Brasil e América do Sul. Já ungiu ao apostolado outros mil líderes e no dia de seu aniversário em 19/06/2010, foi reconhecido como Patriarca.

Márcio Valadão

Pastor da Igreja Batista da Lagoinha, fundada em 1957, foi ungido a Apóstolo na mesma cerimônia que consagrou Renê Terra Nova ao apostolado. Casado com a Pastora Renata Valadão, Márcio não usa o título de Apóstolo. É escritor, presidente da Rede Super de Televisão e membro do Conselho Apostólico Brasileiro. É pai dos principais nomes do Ministério Diante do Trono: Ana Paula Valadão, André Valadão e Mariana Valadão.

Rina

Rinaldo Luiz de Seixas Pereira foi ungido Apóstolo após fundar a “Bola de Neve Church”, em 2000. Rina era Bispo na Renascer em Cristo, e saiu para fundar a Bola de Neve. A curiosidade pelo nome da igreja levou diversas pessoas a se interessarem por conhecer a “igreja dos surfistas”. Rina é membro da Coalizão Apostólica Profética Brasileira, casado com a Pastora Denise Gouvêa, é formado em Marketing e Teologia, com pós-graduação em Administração. O Apóstolo também apresenta um programa de televisão.

Miguel Angelo

O líder da Igreja Evangélica Cristo Vive, fundada em 1985, com sede internacional no Rio de Janeiro, e Bispo Primaz da Missão Apostólica da Graça de Deus, nasceu em Angola, é casado com a Bispa Doutora Rosana Torres Ferreira, fez seminário na Assembleia de Deus em Portugal. Antes de fundar a igreja Cristo Vive, foi Pastor na Igreja Nova Vida, também no Rio de Janeiro. Sua ordenação ao apostolado aconteceu em 1991, na cidade de Miami (Estados Unidos), na I Convenção das Igrejas em Graça. Miguel Angelo é membro da Academia Evangélica de Letras e da Ordem dos Teológos Evangélicos da América Latina. Uma de suas posturas teológicas mais marcantes é a de que as pessoas que a Bíblia define como “eleitos”, existiram em outras vidas como anjos.

Ezequiel Teixeira

Apóstolo do Projeto Vida Nova, conhecida como a “Igreja com Cara de Leão”, é Presidente do Conselho de Ministros das Igrejas Evangélicas de Vida Nova e da Projeto Vida Nova de Irajá, no Rio de Janeiro. Em 1989, participou da fundação da Associação Missionária Vida Nova, e no mesmo ano foi fundou a Projeto Vida Nova. Uma curiosidade é o “evangelismo estratégico”, feito no Dia de Cosme e Damião, no Dia de Finados e no Carnaval, utilizando o Bloco Cara de Leão. Casado com a Pastora Márcia Teixeira (vereadora na cidade do Rio de Janeiro), é escritor e apresentador de um programa de televisão. Foi consagrado ao apostolado em 2005.

Valnice Milhomens

Apóstola da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, foi a primeira missionária brasileira enviada pela Convenção Batista Brasileira à África (1971) e 13 anos após, retornou ao Brasil e desligou-se da Convenção por desavenças teológicas quanto ao Batismo com o Espiríto Santo. Fundou o Ministério Palavra de fé em 1987 e foi também a primeira líder evangélica a apresentar um programa de televisão. Em 1993 foi consagrada pastora, e em 2001, foi a primeira mulher brasileira a ser reconhecida como Apóstola. Ao lado de Renê Terra Nova, trouxe o modelo dos 12 ao Brasil. Valnice é solteira, optou pelo celibato para se dedicar ao ministério, e também é escritora.

Mike Shea

Fundador e principal líder do Ministério Casa de Davi, Mike Shea é casado com Marlene Shea. Afirma que em 1993 o Espírito Santo o mostrou o desenho de uma chave nas ruas da cidade de Londrina, no Paraná, e então, a partir dessa revelação, fundou o ministério do qual é líder até hoje. Um dos fatos recentes mais marcantes sobre o Ministério Casa de Davi foi a confissão de um dos principais nomes, Davi Silva, de que seus testemunhos eram mentira ou cópia do testemunho de outras pessoas. Na ocasião, Shea afastou Davi Silva e o aconselhou a procurar ajuda médica.

Neuza Itioka

Apóstola do Ministério Ágape Reconciliação, que enfatiza a batalha espiritual, cura interior e libertação, foi seminarista do Fuller e missionária da Sepal. Coordena a Rede Internacional de Guerra Espiritual e a Rede Internacional de Intercessão Estratégica. Neuza é escritora, membro do Conselho Apostólico Brasileiro, diretora da Rede Apostólica de Ministérios Cristãos e Presidente do Projeto de Transformação Brasil. Foi ungida Apóstola em 2002, e recebeu a incumbência de ungir o Brasil em uma semana. Afirma ter usado um avião que cruzou todo o território nacional espalhando óleo sobre as cidades.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

“A origem do Natal é muito vaga”, afirma historiadora. Confira relação de festas que podem ter originado a festa cristã

A historiadora Jany Canela afirmou em entrevista ao site Cross Content que “a origem do Natal é muito vaga”. Cristãos de todo o mundo celebram o nascimento de Jesus nessa data, porém há relatos históricos que apontam que o Natal é uma festa anterior ao nascimento de Jesus. “Na verdade, é sabido que muitos rituais e festas do Cristianismo eram originalmente tradições pagãs reunidas de maneira a incorporar também a cultura popular”, afirma a historiadora.
Uma das possíveis origens do Natal, segundo pesquisas, é um antigo festival na Mesopotâmia, que simbolizava a passagem de um ano para o outro, com festas que duravam doze dias e seguia uma tradição que dizia que o rei deveria morrer no fim do ano e, ao lado do deus Marduk, lutar contra os monstros. Para evitar que o rei fosse morto, um criminoso era vestido com roupas do rei e tratado com privilégios, antes de ser morto como sacrifício.
“Os povos antigos sempre realizaram festas de celebração em deferência aos marcos de transição da natureza, como as estações ou períodos representativos de mudanças importantes, entre eles o solstício (em dezembro) e o equinócio (em março)”, explica Jany Canela.
Outra possibilidade de origem para o Natal é um ritual praticado pelos persas e babilônios, chamado Sacae, também motivado pela luta contra o mal e com escravos sendo tratados como senhores. “Por conta da relação luz/escuridão trazida pela simbologia do solstício, a teoria mais difundida sobre o Natal associa a data a esse período, em que alguns povos passavam a noite em vigília com tochas acesas para garantir que o sol nascesse e imperasse sobre a escuridão”, afirma Canela.
Os gregos antigos também incorporaram os rituais estabelecidos pelos mesopotâmios ao celebrar a luta de Zeus contra o titã Cronos. Esse hábito também chegou aos romanos, que passaram a realizar a Saturnalia, uma comemoração em homenagem ao deus Saturno, que começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de janeiro, celebrando a noite mais longa do ano, o solstício de inverno.
Segundo essas tradições, o dia 25 era a data em que o sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Nessas tradições, o dia 25 de dezembro era conhecido como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, e era tratado como feriado, pois não havia trabalho nem aulas e eram realizadas festas nas ruas e celebrações com amigos. As árvores verdes eram enfeitadas e iluminadas com muitas velas para expulsar os maus espíritos.
A tradição cristã, historicamente mais recente, comemora em 25 de Dezembro a data em que a virgem Maria deu à luz o filho de Deus, Jesus, em uma manjedoura. Porém, a data exata do nascimento do homem que mais influenciou a cultura e as religiões de todo o mundo, é uma polêmica, pois não há registros que comprovem o nascimento de Jesus em Dezembro.
Fonte: Gospel+

Pastor Marcio Valadão, da Lagoinha, homenageia Renê Terra Nova que revela que ambos foram ungidos a Apóstolo juntos

Em homenagem aos 10 anos do ministério apostólico de Renê Terra Nova, o Pastor da Igreja Batista da Lagoinha, Márcio Valadão gravou um vídeo com um depoimento, parabenizando o líder do Ministério Internacional da Restauração. “Hoje é um dia tão especial, não apenas para você, mas também para mim”, afirma Valadão, após ler o Salmos 145.
Valadão lembra a data da consagração de Terra Nova ao ministério do apostolado, ressaltando a importância do ato: “Estou aqui, neste altar, onde há dez anos, a igreja do Brasil reconheceu em você o apostolado. E naquele tempo, naquela hora, palavras proféticas que vieram do coração de Deus, e quando eu medito naquelas palavras, dirigidas a você, eu vejo o cumprimento literal de cada uma delas”, relata o Pastor Márcio Valadão, que não usa o título.
“Aqui Deus falou que te levantava como Apóstolo, e que você levantaria milhares de apóstolos. Hoje dez anos são passados e eu vejo o cumprimento dessas profecias. Eu sei que é apenas o começo”, continua Valadão, que convida à celebração: “Hoje é o tempo de lembrar, celebrar e acima de tudo, juntos, rendermos graças ao Senhor pelos seus grandes feitos”.
Em uma curiosa referência à chuva, o líder da Lagoinha menciona que no momento que ele gravava o depoimento, a capital mineira era atingida por uma forte chuva. “Agora, aqui em Belo Horizonte estamos debaixo de uma tempestade, muita chuva, pois quando falamos em você Renê, sempre chove. É uma benção, e acima de tudo, um testemunho da Glória de Deus, nosso Pai”.
Encerrando sua fala em homenagem ao Apóstolo Renê Terra Nova, Márcio Valadão deseja saúde ao colega: “Eu quero apenas que você reconheça a bondade do Senhor sobre a sua vida, como tem sido também ele tão bondoso para comigo e a minha casa. Que os próximos dez anos sejam muito, muito mais frutíferos que esses primeiros dez anos. Que o Senhor o conserve com a vida, saúde, com a paixão no coração. Que você continue sendo essa inspiração não apenas pra mim, mas para milhões de pessoas. Eu amo você, minha casa te respeita e ama também. Um beijo querido”.
O Apóstolo Renê Terra Nova agradeceu a mensagem com um tweet: “Obrigado querido Márcio Valadão e Família, fomos honrados com essa homenagem sincera e verdadeira, amo sua vida”. Mais tarde, Terra Nova voltou a lembrar da homenagem com um novo tweet: “Já estou em casa, para celebrar meus 10 anos de apostolado. Desejo a mesma felicidade a Márcio Valadão, fomos ungidos juntos. Dia histórico!”.

sábado, 19 de novembro de 2011

O que é o “Cair no Espírito Santo”? Pastores analisam fenômeno e dizem se é de Deus ou não

A polêmica em torno do fenômeno “cair no espírito” tem movimentado pastores e teólogos. Os que defendem a prática, afirmam ser o momento de maior intensidade na comunhão com o Espírito Santo, enquanto os que condenam esse movimento, o classificam como modismo.
O site The Christian Post publicou a opinião do apologist Johnny T. Bernardo, do Instituto Nacional de Pesquisas Religiosas (INPR Brasil), para quem o “cair no espírito” é uma novidade que ainda não foi assimilada por todas as correntes evangélicas, e encontra resistência até nas próprias igrejas pentecostais. “São características esporádicas, presentes em igrejas de pouca formação teológica e que supervalorizam o ‘místico’ e o ‘sobrenatural’”, afirma Bernardo
As pessoas de origem latina são tão sugestionáveis quanto as de origem anglo-saxônica, no ponto de vista do estudioso. “São características individuais e que variam de igreja para igreja, e de país para país”.
Para exemplicar, ele cita igrejas de Nova York que adotaram a prática como doutrina e afirma que no mesmo país e cultura, há as igrejas que optaram pelo neopentecostalismo mais leve, com louvores e estudos bíblicos. “Trata-se, pois, de um fenômeno global, e não apenas regional”.
O movimento começou em igrejas que adotaram o sistema de células, e nessas igrejas, “cair no espírito” passou a ser uma demonstração de comunhão com Deus. Uma das igrejas pioneiras é a Comunidade Cristã do Aeroporto, na cidade de Toronto, no Canadá. Essa igreja, inclusive, foi citada pela reportagem da TV Record sobre o tema. A Comunidade Cristã do Aeroporto ficou mundialmente famosa pelo “cair no espírito” e pela “unção do riso”.
O Pastor Paul Gowdy, que participou da fundação deste movimento na Comunidade Cristã do Aeroporto, hoje acredita que essa prática não é correta. “Assim que Deus abriu meus olhos, vi que precisava tomar uma providência. Não creio mais nessas coisas. Hoje vejo como uma coisa macabra. Hoje eu acredito que esse espírito é um falso espírito, um espírito enganador”.
“Não se pode limitar o limitar o poder de Deus. Claro que ele pode derrubar uma pessoa, mas isso não pode ser uma condição para a manifestação do Espírito Santo”, pondera o Pastor Ciro Zibordi, que também é escritor.
O Gospel+ fez uma enquete em sua página no Facebook. Se você tem um perfil na rede social, pode participar e deixar sua opinião. Clique nesse link para votar.
Fonte: Gospel+

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

 A VERDADE SOBRE O NATAL
INTRODUÇÃO
Era noite. As crianças haviam montado o presépio e aguardavam ansiosamente pela vinda do Papai Noel carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de Dezembro, encontraram uma grande quantidade de pacotes com brinquedos e doces debaixo de uma cintilante árvore de Natal! Seus pais lhes disseram que todos aqueles presentes foram trazidos por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.

Por a caso as crianças duvidaram daquilo que seus pais lhes disseram? Claro que não! A você não sucedeu o mesmo?

Poucas pessoas se detêm a pensar porque crêem, ou porque observam costumes. A maioria de nós aprende a aceitar tudo sem vacilar.

Porque sucede isto?

Por natureza, temos tendência de fazer o mesmo que fazem os demais… embora estejam errados. Não devemos aceitar esta tendência, antes devemos examinar o que estamos fazendo e para onde estamos indo.

Qual foi a origem do Natal?

É o Natal realmente a celebração do nascimento do Senhor Jesus Cristo? Nasceu o Senhor Jesus Cristo em 25 de Dezembro?

Os Apóstolos que conheceram o Senhor Jesus e foram pessoalmente instruídos por Ele, celebraram Seu aniversário em 25 de Dezembro? Se o Natal é a festa mais importante do cristianismo, porque tantas pessoas que não são cristãs a comemoram?

Porque é época de trocar presentes com parentes e amigos? Tem este costume origem nos magos que presentearam o menino Jesus? As respostas podem nos surpreender.

A maioria das pessoas supõe muitas coisas acerca do Natal, coisas que realmente não são certas; não fiquemos nas suposições, busquemos fatos.

O QUE DIZEM AS ENCICLOPÉDIAS

A festa de Natal tem sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao redor do mundo.

Em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia nem nos Apóstolos que haviam sido instruídos pessoalmente pelo Senhor Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo.
Posto que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela Igreja Católica Romana e não tem outra autoridade senão ela mesma, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica (edição de 1911): “A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja… os primeiros indícios dela são provenientes do Egito… os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentraram na festa do Natal”.

Na mesma Enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da Igreja, reconheceu a seguinte verdade: “… não vemos nas Escrituras alguém que tenha celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia de seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo”.

A Enciclopédia Britânica, edição de 1946 diz: “O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja…” Não foi instituída pelo Senhor Jesus Cristo nem pelos Apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo.

A Enciclopédia Americana, edição 1944 diz: “O costume do cristianismo era celebrar não o nascimento de Jesus Cristo, mas Sua morte. (A comunhão, instituída por Jesus no Novo Testamento é a comemoração de Sua morte). Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século quarto. No século quinto, a Igreja Ocidental deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data de nascimento de Cristo.”

Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os primeiro três séculos da nossa era, os cristãos não celebravam o Natal. Esta festa foi introduzida na Igreja Romana no século quatro e, somente no século quinto, foi estabelecida oficialmente como festa cristã.

“Papai Noel” em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantêm enganados sobre

o “espirito do Natal”. Os Jornais onde são publicados estes anúncios trazem editoriais que exaltam e elogiam a festividade pagã e seu “espírito”. As pessoas crédulas estão tão convencidas que muitas se ofendem ao conhecerem a verdade. Porém o “espírito natalino” é revivido cada ano, não para honrar ao Senhor Jesus Cristo, mas para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como “anjo de luz”, algo aparentemente bom.

Denominamo-nos como nação cristã, porém sem saber estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse 18:4 nos adverte: “Sai dela, povo meu, para que não sejais participantes de seus pecados, nem recebais parte de suas pragas”.

O SENHOR JESUS NÃO NASCEU NO DIA 25 DE DEZEMBRO
O Senhor Jesus Cristo nem sequer nasceu na época do ano em que se comemora o Natal! Quando Ele nasceu “Haviam pastores no campo, que velavam e guardavam seus rebanhos durante as vigílias da noite” (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia no mês de Dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de Outubro e os guardavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas. A Bíblia mesmo prova, em Cantares 2:11 e Esdras 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos à noite no campo.

“Era um antigo costume dos judeus daqueles tempos levar seus rebanhos aos campos e desertos nas proximidades da Páscoa (em princípio da primavera) e trazê-los novamente para casa ao começarem as primeiras chuvas”. (Adam Clark Commentary, vol.5, página 370).

É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

Qualquer enciclopédia ou outra autoridade pode confirmar o fato de que o Senhor Jesus não nasceu em 25 de Dezembro. A Enciclopédia Católica o disse claramente.

A data do nascimento do Senhor Jesus Cristo é totalmente desconhecida. Isto é reconhecido por todas as autoridades. Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do Senhor Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado esta data.

COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NA IGREJA?

The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religiosos de Shaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de Dezembro), que seguiu a Saturnália (17 a 24 de Dezembro) e comemora o dia mais curto do ano e o nascimento do deus sol.
As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas aos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma da sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristão da Mesopotâmia acusavam a seus irmão ocidentais de idolatras e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã”.

Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século quarto os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino no século quarto, que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de Dezembro. Era uma festa de alegria muito especial. Agradava ao povo. Não queriam suprimi-la.

O artigo já citado da The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge explica como o reconhecimento do dia de domingo por parte de Constantino, dia em que os pagãos adoravam o sol, e como a influência do maniqueismo, que identifica o Filho de Deus com o sol, deram motivos aos pagãos do século quatro, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptar a festa do dia 25 de Dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando o título de dia do nascimento do Filho de Deus.

Assim foi como o Natal foi introduzido em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo em espírito a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas nem por isto não deixa de ser lebre. A Enciclopédia Britânica diz: “A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de Janeiro para 25 de Dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol… os sírios e os armênios, apegando-se a data de 6 de Janeiro, acusavam os romanos de idolatria e adoradores do sol, sustentando que a festa de 25 de Dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto.”

A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
Temos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi a sua verdadeira origem?

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia e, como tal, é censurado nas profecias e ensinamentos bíblicos. Tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode! Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo desde então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Ninive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode se deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”.

De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o mundo desde tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe cujo nome era Semiramis. Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semiramis, propagou a perversa doutrina de reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de Dezembro. Aqui está a verdadeira origem do Natal.


Semiramis se converteu em “rainha do céu” e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idolatra, Ninrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus sol. Neste falso sistema babilônico, a “mãe e filho” (Simiramis e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração da “mãe e do filho” se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente na Madona muito antes do nascimento do Senhor Jesus Cristo!

Nos séculos quarto e quinto os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo” levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os sob nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia da “mãe e filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem escutado e aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado. Não duvida. Jamais se detém para investigar se este costume tem sua origem na Bíblia ou na idolatria pagã.

Assombramo-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, Deus ordena a seus ministros fiéis: “clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz e anuncia ao povo a sua transgressão.” (Isaías 58:1).

A verdadeira origem do Natal está na Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde a muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de Dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebraram esta data antes do nascimento do Senhor Jesus Cristo.

O Senhor Jesus Cristo, o verdadeiro Messias, não nasceu dia 25 de Dezembro. Os Apóstolos da Igreja primitiva jamais celebraram o natalício do Senhor Jesus nesta data e em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de observar a data da Sua morte (I Corintios 11:24-26; João 13:14-17; Eclesiastes 7:1).

Assim foi, como os “mistérios dos caldeus”, inventado pela esposa de Ninrode nos foi legado, com novos nomes cristão, pelas religiões pagãs.

OUTROS COSTUMES PAGÃOS

Além dos tradicionais costumes natalinos de cada povo, tem se adotado outros que são de origem pagã. A corda verde adornada com fitas e bolas coloridas que enfeitam as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro “Answer and Questions” (Respostas e perguntas): “Se remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para festividades que se celebrava ao mesmo tempo do Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior a era cristã”.

Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

Papai Noel é o São Nicolau, bispo católico do século quinto. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, página 648-649, diz: “São Nicolau, bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de Dezembro… conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente as três filhas de um homem pobre…. Deu origem ao costume de dar em segredo na véspera do dia de São Nicolau (6 de Dezembro), data que depois foi transferida para o dia do Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau….”.




Os pais castigam seus filhos por dizerem mentiras, porém ao chegar

o Natal eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira do “Papai Noel”, os “Reis Magos” e o “Menino Deus”! Por isso não é de estranhar que ao chegarem a idade adulta também creiam que Deus é um mito.

Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo”.

É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: “Não enganareis nem mentireis um para o outro” (Levítico 19:11).

Ainda que à mente humana pareça bem e justifique, Deus também disse: “Há caminhos que ao homem parecem direito, porém, o seu fim é caminho de morte” (Provérbios 16:25).

Estudando estes fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?

Em Jeremias 42:2-6, Isaías 44:14-17 e Deuteronômio 16:21, vemos que os povos, desde a antigüidade, possuíam o mau-hábito de utilizar a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria.

Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.

É BÍBLICO A TROCA DE PRESENTES?

Para algumas pessoas este é o ponto mais importante de tudo o que se refere a comemoração do Natal: a época de comprar e trocar presentes. A respeito, muitos exclamarão: ”para isto sim temos autorização bíblica! Acaso o Senhor Jesus Cristo ao nascer não recebeu presentes dos magos?”

Novamente a verdade surpreenderá. Primeiro vejamos a origem da história do costume de dar presente de Natal para depois ver o que diz a Bíblia a respeito.

Citamos o seguinte da Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: “A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália e os cristãos seguramente a tomaram dos pagãos como demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.

A verdade é que o costume de trocar presentes durante a época natalina, não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ainda que nos pareça estranho, ele não celebra o nascimento do Senhor Jesus Cristo nem O honra! Suponhamos que alguma pessoa a quem você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os demais amigos, omitindo a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo deste ponto de vista?

Contudo, isto é o que precisamente as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que o Senhor Jesus Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar algo ao Senhor Jesus Cristo e a sua obra no mês de Dezembro. Este é o mês do ano que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram do Senhor Jesus Cristo nem de Sua obra. Depois, durante Janeiro e Fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão ao Senhor Jesus Cristo e Sua obra, não voltam a normalidade até Março.

Vejamos o que a Bíblia diz em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando o Senhor Jesus nasceu: “Quando Jesus nasceu, em Belém da Judéia nos dias do rei Herodes, vieram uns magos do oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está o rei dos Judeus que é nascido?… e ao entrar na casa, viram o menino com sua mãe Maria e prostrando-se o adoraram; e abrindo seus tesouros ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra”.

PORQUE LEVARAM PRESENTES?
Notem que os magos perguntaram pelo menino Jesus nascido rei dos judeus. Porém, porque lhe levaram presentes? Por ser o dia do Seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram vários dias depois do Seu nascimento. Então não trocaram presentes com seus amigos e familiares, nem entre eles mesmos!

Por que? O mencionado comentário bíblico de Adam Clark, vol. 5, página 46, diz: “Versículo 11 (ofereceram-lhe presentes). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul”.

Aí está. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de trocar presentes para honrar o nascimento do Senhor Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume oriental que consistia em levar presentes ao apresentar-se à presença do Rei dos judeus. Portanto, levaram ofertas da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão e assim como levam aqueles que hoje visitam a um chefe de estado.

O costume de dar presentes de Natal nada tem a ver com este acontecimento, é apenas a continuação de um antigo costume pagão.

HONRA A CRISTO REALMENTE?

Agora vejamos um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal.

Há quem insista em que apesar de suas raízes em um costume pagão, agora não se observa o Natal para honrar um falso deus, deus sol, senão para honrar ao Senhor Jesus Cristo.

O que nos diz a Palavra de Deus a respeito? “… não te enlaces após elas (nações pagãs) em imitá-las; e nem perguntes acerca dos seus deuses, dizendo, do mesmo modo também farei eu. Não farás assim ao Senhor teu Deus, porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que odeia, fizeram eles aos seus deuses…” (Deuteronômio 12:30-31).

Desta maneira o profeta Jeremias nos adverte com respeito aos costumes tradicionais da sociedade que nos rodeia: “Assim diz o Senhor: Não aprendais os caminhos dos gentios (pagãos)… Porque os costumes dos povos são vaidade… “(Jeremias 10:2-3).
Deus disse-nos claramente em seu manual de instruções – a Bíblia – que não aceitará este tipo de culto ainda que seja com a intenção de honra-lo. Disse-nos que isto é abominável e, portanto não O honra senão aos falsos deuses pagãos. Deus não quer que O honremos “como nos orienta a nossa própria consciência”. O Senhor Jesus Cristo disse claramente: “Deus é Espírito; e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). O que é verdade? O Senhor Jesus disse que sua Palavra, a Bíblia, é a verdade (João 17:17). A Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar ao Senhor Jesus, adotem um costume pagão.

Novamente, o Senhor Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:9). A comemoração do Natal é um mandamento de homens e isto não agrada a Deus. O Senhor Jesus Cristo disse também: “E assim invalidastes, pela vossa tradição o mandamento de Deus” (Mateus 15:6).

Isto é precisamente o que fazem hoje milhões de pessoas. Desprezam o mandamento de Deus. Seu mandamento com respeito a celebração de tradições pagãs para honrar e adorar a Deus é claríssimo; “Não farás assim ao Senhor teu Deus, porque tudo o que é abominável ao Senhor, o que ele odeia, fizeram eles aos seus deuses” (Deuteronômio 12:31). Sem dúvida, a maioria das pessoas invalida este mandamento seguindo a tradição dos homens ao comemorarem o Natal.

Não nos enganemos! Deus nos permite desobedecer. Permite-nos seguir os costumes dos homens. Permite-nos pecar. Porém também nos adverte que haverá um dia de juízo em que colheremos o que plantamos! O Senhor Jesus Cristo é a Palavra Viva e pessoal de Deus, e a Bíblia é a Palavra de Deus escrita. Por essa Palavra seremos julgados para toda a eternidade! Não devemos ignorá-lo nem desprezá-la.

ESTAMOS NA BABILÔNIA SEM SABERMOS

O Natal tem sido convertido em uma festa comercial, sustentada em parte pelas companhias e campanhas publicitárias. Em muitos lugares vemos a um “Papai Noel” em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantêm enganados sobre

o “espirito do Natal”. Os Jornais onde são publicados estes anúncios trazem editoriais que exaltam e elogiam a festividade pagã e seu “espírito”. As pessoas crédulas estão tão convencidas que muitas se ofendem ao conhecerem a verdade. Porém o “espírito natalino” é revivido cada ano, não para honrar ao Senhor Jesus Cristo, mas para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como “anjo de luz”, algo aparentemente bom.

Denominamo-nos como nação cristã, porém sem saber estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse 18:4 nos adverte: “Sai dela, povo meu, para que não sejais participantes de seus pecados, nem recebais parte de suas pragas”.

AFINAL A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU O SENHOR JESUS?

Sim, podemos através de alguns detalhes bíblicos, citar cronologicamente o nascimento do Senhor Jesus e verificar que o Seu nascimento foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento – a festa dos Tabernáculos.

O Senhor Jesus nasceu na festa dos Tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do sétimo mês (Etenim) do calendário judaico que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos ou Cabanas, significava Deus habitando com Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Levítico 23:39-44; Neemias 8:13-18).

No Evangelho de João capítulo 1, versículo 14, vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo – tabernaculou; isto é, a festa dos Tabernáculos cumprindo-se no Senhor Jesus Cristo, o Emanuel (Isaías 7:14) que significa Deus conosco. No Senhor Jesus Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mateus 26:2; I Coríntios 5:7), e a festa do Pentecoste, quando enviou o Espírito Santo sobre a igreja. (Atos 2:1).

Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento do Senhor Jesus: os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 15 dias ou seja 24x15=360 dias ou um ano (I Crônicas 24:1-19); o oitavo turno pertencia a Abias (I Crônica 24:10); o primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abide (Êxodo 12:1-2; Deutronômio 16:1; Êxodo 13:4); temos a seguinte correspondência de calendário:


Comecemos por Zacarias, pai de João Batista. Ele era sacerdote e ministrava no templo durante o “turno de Abias” (Lucas 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa estéril, concebeu João Batista (Lucas 1:23-24). Portanto João Batista foi gerado no fim do mês de Tamuz ou início do mês Abe. Agora um dado muito importante: O Senhor Jesus foi concebido seis meses depois (Lucas 1:24-38). Portanto o Senhor Jesus foi concebido no fim de Tebete ou início de Sebate.

Visto estes detalhes nas Escrituras, chegamos à conclusão que João Batista foi gerado em fins de Junho ou início de Julho, quando Zacarias voltou para casa após seu serviço no templo. O Senhor Jesus Cristo foi concebido seis meses depois, no fim do mês de Dezembro ou início de Janeiro. Ele não nasceu em Dezembro ou início de Janeiro. Ele não nasceu em Dezembro como diz a tradição, mas foi gerado nesse mês. Nove meses depois, no final do sétimo mês (Etenim), Setembro do nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar com Seu povo. Nasceu o Senhor Jesus!

Deus tabernaculou com seu povo. Nasceu o Emanuel Deus habitando conosco. Amém.