IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE

IGREJA APOSTÓLICA VIDA ABUNDANTE
2017 Ano da Paternidade

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

EU ENTENDO QUE É TUDO QUE ELAS OU ELES QUEREM É ESTA EXPOSIÇÃO PARA IMPLANTAR A SUAS HERESIAS COMO ESTA: Lanna Holder anuncia que fará casamentos gays em igreja e expandirá denominação pelo Brasil


Teresina vai ganhar uma igreja evangélica que realizará casamentos gays no Piauí. A missionária Márcia Loiola, representante da igreja da Missionária lésbica Lanna Holder, participou na tarde desta sexta-feira (26) da Parada da Diversidade para divulgar a criação da “Comunidade Cidade de Refúgio”, uma célula na capital piauiense da religião difundida a partir da sede em São Paulo.
De acordo com Márcia Loiola, a “Cidade de Refúgio” de Teresina será inaugurada em dezembro e pretende fazer também uniões religiosas entre pessoas do mesmo sexo. O primeiro casamento gay da igreja está previsto para o dia 10 de setembro em São Paulo.
No site, a “Cidade de Refúgio” se descreve em seus propósitos como “Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém”. A religião propõe a discussão do que seriam mitos e verdades da Bíblia. Márcia Loiola desafia qualquer pessoa a mostrar que o livro condena a homoafetividade.
“Nossa bandeira é Jesus e aceitamos os homossexuais como parte de uma nação que se levanta”, declarou a reportagem, enquanto caminhava na Parada da Diversidade pela avenida Raul Lopes, zona Leste de Teresina.
O evento começou no final da tarde desta sexta-feira. O policiamento é comandado pela tenente-coronel Júlia Beatriz de Almeida. Quatro trios elétricos animam o evento na avenida Raul Lopes, que foi interditada.
Fonte: Cidade Verde

VIROU BAGUNÇA - Modelo evangélica afirma não ver problemas em fazer fotos nua: “O Pastor reclama, mas é trabalho”


A modelo Stéphannie Oliveira – filha do ex-jogador de futebol Bebeto – aceitou o convite da revista Vizoo para uma entrevista e um ensaio de fotos sensuais. A modelo evangélica relata a revista que sabe separar o profissional da vida religiosa.
A jovem morena, dona de lindos traços físicos reconhece o desgosto de seu pastor pelo seu trabalho, “Às vezes, o pastor reclama, mas é trabalho, sei separar”. Stéphannie demonstra segurança ao falar sobre a sensualidade exposta em sua profissão, segundo ela, é necessário separar a nudez (de suas fotos) de algo sexual.
Embora seja algo condenável ao olhos da igreja, ela diz que sabe separar muito bem a carreira profissional de sua vida pessoal, ignorando as reclamações e críticas adquiridas no decorrer percurso.
Fonte: Gospel+
CADÊ O PASTOR DESTA MODELO? SERÁ QUE ELA TEM UM PASTOR? ME RESPONDAM!

domingo, 28 de agosto de 2011

Exemplo de Fé - Manoel Henrique 84 Anos

Este é o Imão Manoel Henrique 84 anos e caminha até 14 km para ir a Igreja e detalhe não falta culto, temos que aprender muito com este Homem de Deus! Ore por ele!

sábado, 27 de agosto de 2011

Viagem Missionária a Guiricema Minas Gerais

Equipe de Missionários, Jorge, Bp Daniel Lopes, Pr Alexandre Daltro, Ricardo e Maurício, este Sr de camisa Mostarda é o Seu Manoel Henrique, ele tem 84 e caminha até 14km para a Igreja, ficamos impressionado com tanto amor a obra!
Pastor Flávio da Comunidade Cristã da Zona da Mata Homem de Deus ore por ele e por sua Esposa Michele!
Culto em Vilas Boas/MG
1º Igreja Evangélica de Dom Silvério/MG 
Pr Antônio Pastor da Ass. de Deus em Dom Silvério 
Família do Pr Antônio de Dom Silvério
Comunidade Cristã na Zona da Mata/MG

FICAMOS FELIZES COM O QUE DEUS ESTÁ FAZENDO NAQUELE LUGAR, VAMOS AJUDAR AQUELE POVO EM ORAÇÃO! SHALOM






segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Igrejas são incendiadas por extremistas muçulmanos


Extremistas muçulmanos incendiaram uma igreja em Zanzibar, ilha na costa da Tanzânia, no sábado, 30 de julho, três dias após a instalação de uma congregação, disseram os líderes da igreja. O templo foi reduzido a cinzas.
Em Fuoni, na costa sul de Zanzibar, extremistas islâmicos incendiaram o prédio da igreja Assembleia de Deus da Tanzânia (EAGT), que queimou por quase duas horas, disse o pastor Leonard Massasa, supervisor das Assembleias de Deus em Zanzibar. Os agressores gritavam: “Fora com esta igreja, nós não queremos infiéis para estragar nossa comunidade e nossos filhos”, relatou o pastor Massasa.
“Amanhã é domingo: meus membros, que são quase 40 pessoas, não terão um lugar para cultuar a Deus”, disse o pastor Paulo Magungu, da igreja EAGT de Fuoni. Demonstrando medo em sua voz, o pastor ainda acrescentou: “Relatamos o caso à delegacia de polícia. Espero que a justiça seja feita.”
Em Kianga, a cerca de 10 km de Zanzibar, outro prédio de uma igreja foi incendiado na quarta-feira, 27 de julho, queimando por duas horas, disse o pastor George Frank da Igreja Evangélica Pentecostal Livre na África. O incêndio ainda destruiu 45 cadeiras do templo.
“Eu tenho 36 membros e vai ser muito difícil eles se reunirem amanhã”, disse o pastor no sábado, 30 de julho. “Os membros estão com medo, pois não sabem o que os muçulmanos estão planejando fazer. Pedimos a Deus para nos ajudar a enfrentar este momento.”
Na ilha de Pemba, vizinha a Zanzibar, existe a suspeita de que extremistas muçulmanos tenham destruído um templo da igreja Adventista do Sétimo Dia, dia 17 de junho, segundo uma testemunha. “Foi por volta de 1 da manhã que vi a igreja pegar fogo”, disse um vizinho, que pediu anonimato. “Há algum tempo, houve problemas e os muçulmanos não deixavam que a igreja construísse seu prédio.”

Pastor Silas Malafaia concede entrevista a Revista Época da Globo e diz que amaria seu filho se ele fosse gay


No ano passado, quando a campanha política pela Presidência da República enveredou para uma discussão sobre fé e aborto, o pastor evangélico Silas Malafaia virou uma espécie de pivô da disputa eleitoral. Líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no Rio de Janeiro, Malafaia apoiou a candidatura da também evangélica Marina Silva até a véspera do primeiro turno. Quando Marina estava em seu melhor momento, Malafaia abandonou-a e passou a pedir votos para o tucano José Serra, segundo ele mais firme que Marina na oposição ao aborto. Serra perdeu a eleição, mas Malafaia não perdeu os holofotes. Poucos meses após a posse da presidente Dilma Rousseff, ele passou a liderar uma cruzada contra o projeto de lei que pretende criminalizar a homofobia. Loquaz e provocador, usa seus programas de rádio e TV para combater a proposta quase que diariamente. Nesta entrevista, ele critica a Igreja Universal, diz que os políticos não poderão mais esconder suas crenças e tenta explicar sua posição sobre a homossexualidade.
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ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?
Silas Malafaia – 
Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.
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ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?
Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista…
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ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?
Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.
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ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?
Malafaia – Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.
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ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?
Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.
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ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?
Malafaia – Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele…
Malafaia – 
Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.
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ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?
Malafaia – 
Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.
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ÉPOCA – Por que o José Serra?
Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.
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ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?
Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.
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ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?
Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.
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ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?
Malafaia – Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.
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ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?
Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo… Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.
ÉPOCA – E como se dá essa reversão?
Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.
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ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?
Malafaia – 
Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.
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ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?
Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.
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ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?
Malafaia – 
O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.
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ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?
Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.
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ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay? 
Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

Veja Aí a Festa Agosto de Deus - Show do Adriano Gospel Funk - no Dia 19


Este Foi o Parte do Show do Adriano Gospel Funk aqui na Vida Abundante!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Agosto do Deus a Festa 2ª NOITE


Click no Link e Veja a Alegria da 2ª Noite: http://www.flickr.com/photos/vidaigreja/show/

e No dia 19 de Agosto  Adriano Gospel Funk, Irmã Vitória e  seus Dançarinos
Venha Curtir este grande Show aqui no AGOSTO DE DEUS A FESTA!


Serbian Film – Intragável e nojento - Vamos Lutar Contra Ele!



Filme sérvio que mostra cenas de violência à pedofilia e necrofilia,  “Serbian Film – Terror sem Limites” tem exibição parcialmente proibida no Brasil, mas é preciso intensificar as ações contrárias à veiculação para que a decisão se mantenha e seja outorgada

Um homem segura um recém-nascido e com violência o abusa sexualmente, mesmo com os estridentes gritos de dor do bebê, a imagem do terror acontece sob o olhar permissivo e contentador da mãe. É a esse tipo de cena, que vai de todo tipo de violência à sexo explícito, pedofilia e necrofilia – sexo com cadáver – que os expectadores do filme sérvio Serbian Film – Terror sem Limites” estão expostos. E mais: agressão verbal e não verbal no ambiente familiar, obscenidade,  sexo explícito, todo tipo de violência, nudez, erotização, cultura familiar deturpada, banalização do homem, aversão à dignidade sexual, agonia, incesto, assassinato, estupro. ”Será que vocês não sabem que o corpo de vocês é o templo do Espírito Santo, que vive em vocês e lhes foi dado por Deus? Vocês não pertencem a vocês mesmos, mas a Deus?” (1 Co 6.19 – NVI.)
O filme retrata a história de um ex-ator pornográfico que recebe proposta para atuar numa produção, de valor financeiro significativo e vitalício – para toda a vida – sendo que uma das cláusulas de contrato é não saber o conteúdo do filme. O protagonista, personagem principal, aceita a proposta e se vê dentro de uma armadilha em que ele, a esposa e o filho são brutalmente envolvidos nessa trama macabra.
No dia 29 de julho o Ministério da Justiça, sob apelo do Ministério Público de Minas Gerais, vetou a exibição do filme em todas as salas de cinema públicas no Brasil – onde é permitido o pagamento de ingresso.  O apelo realizado pelo MP/MG pediu a proibição de exibição e veiculação imediata do filme em todo território nacional; A suspensão da análise da classificação indicativa do filme, até que o Poder Executivo ou o Supremo Tribunal de Justiça se manifestem sobre o tema. Vale ressaltar que o estado do Rio de Janeiro, já se posicionou sobre o assunto e por meio de liminar local, proibiu a veiculação de Serbian Film – Terror sem Limites, que entraria em cartaz nesta sexta-feira, 5 de agosto.
Veto precisa de força para ser oficializado no Brasil
O veto a não exibição do filme ainda é parcial. Ele pode ser alterado a qualquer momento e a pressão contra a censura e em prol da veiculação do filme é intensa em todo território nacional. Muitos estão a favor da veiculação de Serbian Film sob a alegação de que o ato fere a Liberdade de Expressão, ainda que isso fira o Estatuto da Criança e do Adolescente (nº 8069 de 13 de julho de 1990), e ainda faça apologia à violência em outros âmbitos, o que vai totalmente contra à moral e os bons costumes.
Em nota veiculada na imprensa, o responsável pela distribuição do filme no Brasil afirma que o longa-metragem “não exalta a pedofilia, mas que ao contrário, ele condena esse crime”, e em complemento disse que “o terror sérvio não passa de entretenimento puro”. Ele declarou ainda que acha desgastante as despesas legais e o desgaste que toda essa polêmica têm gerado para a empresa, vinculando o nome da mesma à exaltação de crimes, além de reforçar que considera a suspensão do filme como um precedente para a censura no país. A estreia do filme foi remarcada para o próximo dia 26 de agosto e segundo comentou o responsável de distribuição, eles estão confiantes na liberação do filme. Documentos utilizados pelos produtores do filme atestam que na cena em que o protagonista, Milos (Srdjan Todorovic) estupra a mulher e o filho, não há crianças atuando, já que o menino é substituído por um boneco mecatrônico. O fato é que a cena é vista como real, embora trata-se de uma ficção.
A igreja e seu papel transformador
“Um pouco de fermento leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação.” (Gálatas 5.9-10 – ARA). Frente a essa realidade é estritamente necessária a mobilização do meio evangélico a fim de pressionar os poderes, Executivo, Legislativo, e Judiciário em prol da proibição definitiva e total de distribuição e veiculação do filme em questão. Em países como Espanha, França, Itália, Noruega e Reino Unido, isso já é uma realidade, mesmo sob a cultura de liberalidade desses lugares.
Não podemos permitir que o nosso país se entregue a esse tipo de “manifestação cultural”, nome dado pela crítica cinematográfica. Qualquer tipo de incentivo à violência deve ser abominado por qualquer pessoa, independentemente de opção religiosa. Vamos dizer não à banalização da família e do papel dos pais como educadores e protetores dos filhos, da criança e do adolescente, das mulheres, enfim, do ser humano: “Não tenha inveja dos violentos, nem faça o que eles fazem.” (Provérbios 3.31 – NVI.)
Chamamos a todos para um conclame a proibição total e em todos os âmbitos da distribuição, veiculação e comercialização de longa-metragem Serbian Film – Terror sem Limites. Em meio ao Terror sem Limites do mundo, é preciso escolher Deus como o nosso limite, pois a Lei de Deus é perfeita e protege o homem da morte eterna. “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas.” (1 Co 6.12 ARA.)
Utilize todos os meios e formas de comunicação para cobrarmos das autoridades uma postura severa e implacável sobre a temática. Compartilhe com seus próximos sobre o assunto por meio de interações face a face, da Internet, redes sociais online. Participe de grupos de discussão, envie e-mails para políticos e instituições públicas reivindicando um posicionamento favorável à vida, à moral e aos bons costumes. Você é o agente de transformação de uma geração que está à mercê de todo tipo de atrocidade. “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno.”(I Jo 5.19 – ARA.)
Vamos nos juntar nessa ação mobilizadora, para que no dia 26 de agosto, data da remarcação da estreia do filme em questão, no Brasil, seja marcada pela nossa vitória nessa batalha contra a disseminação de obras malignas: “Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.” (1Jo 3.7b ARA.)
Participe conosco desta Campanha também na internet, compartilhe essa notícia e divulgue nossa mobilização nas redes sociais, por meio das hashtag#naoserbianfilm e #naoserbian.
Oremos para que Deus estabeleça a Sua vontade em nosso meio. “Salva-nos com o teu poder; responde à nossa oração para que o povo que tu amas seja salvo.” (Salmos 60.5 – NVI.)
Motivos de Oração
- Oremos pelas autoridades do Brasil, para que elas se inclinem à vontade do Senhor. Ore para que eles se posicionem favoravelmente à proibição do filme no Brasil.
- Ore para que o Brasil seja conhecido como uma nação que não se rende a manifestações de violência, mas que proteja o seu cidadão de todo e qualquer tipo de atrocidade.
- Ore por todos que estão envolvidos direta e indiretamente na realização desse filme, sejam alcançados pelo amor de Cristo e se arrependam do pecado.
- Ore pelas mentes que conceberam o filme, para que o poder de Cristo os alcance, trazendo cura e libertação.
- Ore para que todos aqueles que já assistiram ao filme tenham suas mentes libertas de toda e qualquer influência maligna causada pelas fortes imagens contidas no filme.
- Oremos pela Sérvia, país de origem do filme, para que o povo seja alcançado pela Salvação em Jesus Cristo. Ore para que Deus os preserve de todo o mal.
- Ore pelas crianças e adolescentes do nosso Brasil, para que o Senhor os livre de qualquer violência, como as retratadas no filme.
- Ore pela restauração das famílias no Brasil, para que os filhos honrem aos pais e os pais amem aos filhos.
- Ore ao Espírito Santo, para que Ele mesmo traga ao seu coração mais motivos de oração e direcionamento de ações em prol dessa Campanha.
“Ele os livra da exploração e da violência; a vida deles é preciosa para ele.” (Sl 72.14).
Fonte:  Redação da IBL